- Mariana Rodrigues Chaves, de dezoito anos, natural de Santiago (RS), foi aprovada em Harvard para estudar Governo e Economia com bolsa integral a partir de agosto, incluindo moradia no campus, alimentação e seguro de saúde.
- O processo de seleção considerou desempenho acadêmico, liderança, atividades extracurriculares e cartas de recomendação; a estudante registrou em vídeo o momento da divulgação da aprovação.
- Enquanto aguardava os resultados, ela prestou vestibulares no Brasil e foi aprovada em Medicina na Universidade Federal de Santa Maria, Economia na Universidade de São Paulo e Direito e Economia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
- A trajetória envolve cinco anos de simulações da Organização das Nações Unidas, projetos estudantis, voluntariado e um ensaio sobre ajudar a avó a vender queijos de uma fábrica, usado para revelar traços de formação.
- Os planos futuros passam por manter a vida social, contemplar atuação em políticas públicas e não descartar disputar eleições; a ajuda financeira é vista como possibilidade de abrir caminhos para outros jovens.
Mariana Rodrigues Chaves,18, natural de Santiago, interior do Rio Grande do Sul, foi aprovada para cursar Governo e Economia na Universidade Harvard com bolsa integral, a partir de agosto. O benefício cobre moradia no campus, alimentação e seguro de saúde durante a graduação. A seleção respeita desempenho acadêmico, liderança e atividades extracurriculares.
Ela registrou o momento em que abriu o portal da universidade ao lado da mãe, visivelmente emocionada. O processo de avaliação é amplo e exige documentos, etapas e um histórico de liderança para além da nota.
A jovem afirmou manter os pés no chão diante da concorrência internacional. Ela também disputou vestibulares no Brasil, com aprovações em Medicina, Economia e Direito/Economia em instituições públicas e privadas.
Estratégia de candidatura
A ideia de estudar no exterior surgiu no ensino fundamental, após conhecer uma ex-aluna aceita em Harvard. A organização da candidatura ganhou método a partir do segundo ano do ensino médio, com foco na narrativa e no desenvolvimento de partes da aplicação.
O processo analisa também ensaios, atividades extracurriculares, cartas de recomendação e impacto social. Mariana reuniu projetos, competições internacionais e voluntariado para fortalecer o perfil.
Entre as experiências, houve participação de cinco anos em simulações da ONU, com representação de países em debates internacionais, além de um ensaio pessoal que descreveu um dia ajudando a avó a vender queijos de uma fábrica.
Repercussões e planos
A trajetória escolar inclui escolas públicas, uma instituição particular e o Colégio Militar, ambiente que a motivou a atuar com liderança e meritocracia. Ela não descarta atuar na área pública e pode concorrer a cargos políticos no futuro.
A aprovação gerou interesse de estudantes em entender o caminho de ingresso no exterior. Mariana incentiva jovens a não enxergarem a origem como impedimento, destacando a importância de pesquisa, dedicação e acreditar no caminho.
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