- Alunos do Colégio de Aplicação da UFRGS, em Porto Alegre, foram afastados por criar deepfakes pornográficas de colegas com uso de inteligência artificial.
- A universidade aplicou suspensão cautelar e investiga o caso.
- A Polícia Civil investiga o uso indevido de imagens.
- Vítimas buscam reparação.
- O episódio envolve geração de conteúdos pornográficos sem autorização por meio de inteligência artificial.
OColégio de Aplicação da UFRGS, em Porto Alegre, afastou estudantes após a divulgação de deepfakes pornográficas criadas com inteligência artificial envolvendo colegas. A universidade instaurou suspensão cautelar como medida preliminar e abriu apuração interna.
Segundo a instituição, as imagens fupublicadas sem autorização, geradas com recursos de IA, configuram violação de normas disciplinares e violação de direitos. O objetivo é apurar autoria, extensão do caso e impactos entre as pessoas envolvidas.
A Polícia Civil investiga o uso indevido das imagens, enquanto as vítimas buscam reparação. As informações indicam que partes do material teriam circulado fora do ambiente escolar e nas redes sociais, ampliando violação de privacidade.
Investigação e medidas
A apuração interna segue para identificar responsáveis e estabelecer responsabilização. A Polícia Civil colhe depoimentos e reúne provas técnicas para subsidiar a investigação.
A instituição enfatiza que condena a prática e reforça políticas de combated de violência digital entre estudantes. Não houve conclusão sobre a responsabilidade final até o momento.
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