- A ministra Esther Dweck afirmou que novas autorizações para concursos federais devem ocorrer em 2026, de forma pontual e para áreas específicas.
- Uma reunião na próxima semana com a Presidência e a Casa Civil vai definir quais áreas e vagas serão contempladas, com balanço a ser apresentado.
- O governo também deverá autorizar chamadas de excedentes nas duas primeiras edições do Concurso Nacional Unificado e em outros concursos válidos, como o da Polícia Federal.
- As convocações devem ocorrer no primeiro e no segundo semestres, com expectativa de entrada de quase sete mil pessoas no serviço público federal neste ano.
- Uma Lei sancionada em março abriu cerca de vinte e quatro mil vagas no Poder Executivo Federal, distribuídas entre educação, Anvisa e áreas afins, entre outras.
A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, confirmou que haverá novas autorizações de concursos federais em 2026, mas de forma pontual e para áreas específicas. Ela informou que os atos devem ocorrer ainda neste ano.
Em entrevista ao programa Bom Dia, ministra afirmou que a equipe fará uma reunião na próxima semana com a Presidência e a Casa Civil para definir áreas e vagas. A expectativa é anunciar novas autorizações e chamadas de excedentes.
Dweck destacou que as convocações ocorrerão no primeiro e no segundo semestres. Mesmo em ano eleitoral, a lei permite nomeações até três meses antes do primeiro turno. A previsão é reduzir o ritmo de contratações, mantendo o objetivo de ampliar o serviço público.
A autoridade também informou que, neste ano, quase 7 mil pessoas devem ingressar no funcionalismo por meio de aprovados em concursos já realizados. A segunda edição do Concurso Nacional Unificado deve começar a nomear em maio.
No âmbito legislativo, o presidente sancionou a Lei nº 15.367, de 30 de março de 2026, que libera cerca de 24 mil vagas no Executivo Federal. As vagas abrangem educação, regulação sanitária e áreas técnicas diversas.
A maior parte das vagas está concentrada na Educação, com oportunidades para docentes, técnicos e analistas em universidades federais e no Ministério da Educação. A liberação, porém, não implica publicação imediata de editais.
Abertura de concursos depende de autorização, disponibilidade orçamentária e planejamento de cada órgão. O anúncio reforça a estratégia de ampliar quadros e ordenar a abertura de novos certames nos próximos anos.
No fim de março, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos informou a convocação de 1.860 aprovados de vagas remanescentes da primeira edição do CNU, aberta em 2024.
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