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Pais subestimam riscos digitais vivenciados pelos filhos, aponta pesquisa

Pesquisa mostra que setenta por cento dos pais subestimam riscos digitais dos filhos, com monitoramento insuficiente, ampliando vulnerabilidade a cyberbullying e crimes online

Reprodução canal do Youtube Jornal da Record
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  • Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística mostrou que os pais subestimam os riscos digitais enfrentados pelos filhos, com 70% acreditando que estão seguros na internet.
  • Entre os principais perigos estão cyberbullying, exposição a conteúdos inadequados e riscos de sequestro virtual.
  • O estudo aponta que 65% dos pais não monitoram as atividades online das crianças de modo adequado, aumentando a vulnerabilidade.
  • Especialistas alertam que a falta de atenção pode levar a consequências como transtornos psicológicos ou envolvimento em crimes virtuais.
  • Recomenda-se conversar sobre segurança digital, usar ferramentas de controle parental e investir em educação digital desde cedo; autoridades, como a Secretaria de Segurança Pública e a Polícia Civil, enfatizam campanhas educativas e fiscalização.

A pesquisa conduzida pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) mostra que os pais subestimam os riscos digitais vivenciados pelos filhos. Segundo o levantamento, 70% dos pais acreditam que seus filhos estão seguros na internet, mesmo diante de ameaças reais como cyberbullying e exposição a conteúdos inadequados. O estudo aponta que muitos jovens enfrentam também riscos de sequestro virtual.

Além disso, o estudo aponta que 65% dos pais não monitoram as atividades online de forma adequada, aumentando a vulnerabilidade de crianças e adolescentes. Especialistas alertam para possíveis consequências, como impactos na saúde mental e envolvimento em crimes virtuais.

A pesquisa reforça a necessidade de educação digital desde cedo e de diálogo aberto entre pais e filhos sobre segurança online. Recomenda-se o uso de ferramentas de controle parental e o incentivo ao uso responsável da tecnologia, para reduzir riscos e aumentar a vigilância caseira.

Desafios e ações de prevenção

Especialistas ressaltam que a percepção de proteção muitas vezes não corresponde à realidade digital. O estudo sugere campanhas educativas e maior fiscalização para proteger menores na internet.

Pais devem ficar atentos às atividades online dos filhos e denunciar situações suspeitas às autoridades competentes quando necessário. A pesquisa completa está disponível no site do IBOP, e instruções para participação em cursos de segurança digital também são destacadas.

O papel de instituições e autoridades

A Secretaria de Segurança Pública enfatiza campanhas educativas, enquanto a Polícia Civil orienta pela vigilância dos ambientes digitais e pela denúncia de situações de risco. O objetivo é reduzir a exposição de crianças e adolescentes a perigos online sem limitar o acesso à tecnologia.

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