- Staff da Goldsmiths, University of London, planejam greve após o anúncio do plano de reestruturação Future Goldsmiths, que prevê poupar £22 milhões até o fim do ano letivo de 2026-27, com maior parte previsto para ocorrer até março de 2027.
- A União dos Professores (UCU) afirma que o plano envolve demissões de funcionários de serviços profissionais neste ano letivo, com cortes para docentes a partir de setembro; FOI aponta gasto de mais de £14 milhões com consultores privados desde 2019.
- Reestruturações anteriores incluiram o programa Recovery (2021), que gerou £7,6 milhões em economias recorrentes, e o Transformation (2024), com £16,1 milhões em economias.
- Em votação, 63% dos membros entregaram o voto; 81% apoiaram greve e 92% apoiaram ações que ficam abaixo de greve (ASOS), incluindo boicote a marcação e avaliação.
- A instituição afirma que a ação visa manter a Goldsmiths como referência em universidade criativa, com metas de transformar o modelo acadêmico, operações, digital e gestão financeira até 2028, para oferecer aprendizagem flexível.
Goldsmiths, University of London, planeja ações industriais após anunciar um novo programa de reestruturação. O objetivo é reduzir custos até o fim do ano letivo de 2026-27, segundo informações da UCU.
A imprensa sindical afirma que o programa Future Goldsmiths envolve demissões de profissionais no ano corrente, com cortes de docentes previstos para setembro. A instituição não comentou os números.
O Sindicato dos Trabalhadores da Educação (UCU) divulgou que a faculdade busca economias de 22 milhões de libras até 2027 e que já houve reduções anteriores em programas de 2021 e 2024.
Contexto
O movimento de reformulação já soma três grandes reestruturações em cinco anos, com ganhos de 7,6 milhões de libras em recuperação e 16,1 milhões na transformação. A direção sustenta necessidade de alinhamento estratégico.
Relatórios de solicitações de informação indicam gastos com consultorias privadas, escritórios de advocacia e recrutamento desde 2019, incluindo valores com KPMG, Shoosmiths e PwC, segundo o sindicato. A instituição não comentou os dados.
Reação e próximos passos
A UCU realizou plebiscito entre os trabalhadores, com maioria expressiva favorável a greve e a uma paralisação de avaliação e outros atos. O pleito teve 63% de participação, com 81% aprovando a greve e 92% apoiando a ASOS.
Um porta-voz da Goldsmiths afirmou que a ação visa manter a instituição entre as principais universidades criativas do mundo e enfrentar incertezas do setor. A gestão sustenta que o redesenho é necessário para avançar o ensino e a pesquisa.
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