- IA aparece em 13% dos currículos analisados.
- A maioria das menções é superficial, com termos genéricos.
- O dado mais relevante é a ausência de experiência prática com IA.
- Quando citada, a IA costuma ser referida de forma genérica, como “IA generativa”.
O uso de inteligência artificial já aparece em 13% dos currículos analisados, segundo estudo recente. A pesquisa aponta que a maioria das menções ocorre de forma genérica, com termos como IA generativa sem detalhamento de aplicações práticas.
Segundo os dados, o destaque fica pela ausência de experiência aplicada com IA, um atributo considerado crucial em processos seletivos. Profissionais citam habilidades vinculadas a IA, mas sem exemplos de resultados ou projetos.
A divulgação foi feita por meio de fontes ligadas ao estudo, que destaca a necessidade de demonstrar casos reais de uso de IA para diferenciar candidaturas. O diagnóstico sugere que o potencial da tecnologia não está, ainda, plenamente traduzido em evidências nos currículos.
Autor da apuração foi André Willis. O levantamento ressalta que, embora haja crescimento da presença de IA nos currículos, a qualidade das menções ainda é pouco específica, o que dificulta a avaliação por recrutadores.
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