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Diretora de escola em Santa Maria é agredida ao separar briga de alunas

Diretora de escola em Santa Maria é agredida ao tentar separar briga entre alunas; uso do botão do pânico ocorre pela primeira vez, com apoio da Guarda Municipal

Foto: Freepik / ilustrativa / Porto Alegre 24 horas
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  • A diretora Patrícia de Oliveira Brasil Brum, de 43 anos, foi agredida ao tentar separar uma briga entre duas alunas, de 11 e 12 anos, na EMEF Reverendo Alfredo Winderlich, em Santa Maria.
  • O episódio ocorreu logo após Patrícia conceder uma entrevista ao vivo na rádio CDN, na qual denunciava a precariedade estrutural da escola, que tem cinco de onze salas de aula interditadas.
  • Ao retornar à escola, a diretora foi atingida por socos e chutes, ficando com escoriações em um dos braços.
  • Pela primeira vez, a escola acionou o Botão do Pânico, que se conecta ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública para monitoramento e atendimento imediato.
  • Guarda municipal, conselho tutelar e a Secretaria Municipal de Educação foram acionados; os responsáveis pelas alunas foram chamados para esclarecer o ocorrido, e as autoridades irão apurar as causas do desentendimento.

Na manhã desta sexta-feira (17), ocorreu um incidente na EMEF Reverendo Alfredo Winderlich, no bairro Urlândia, em Santa Maria. A diretora Patrícia de Oliveira Brasil Brum, 43 anos, foi agredida ao tentar separar uma briga entre duas alunas, de 11 e 12 anos, dentro de uma sala de aula.

A agressão aconteceu pouco depois que Patrícia concedeu uma entrevista ao vivo à rádio CDN, denunciando a precariedade estrutural da escola, que opera com cinco das 11 salas de aula interditadas. Ao retornar à instituição, ela soube do desentendimento entre as estudantes e foi atingida por socos e chutes, levando a escoriações em um dos braços.

Diante da gravidade, a direção acionou pela primeira vez o Botão do Pânico desenvolvido pela escola, que transmite alerta ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) e facilita o monitoramento por câmeras e o deslocamento de forças de segurança.

Investigações e medidas tomadas

A Guarda Municipal e o Conselho Tutelar foram acionados para prestar assistência e encaminhamentos. A Secretaria Municipal de Educação também foi notificada. Os responsáveis pelas alunas envolvidas foram chamados à escola para prestar esclarecimentos, e a guarda permaneceu no local para garantir a segurança. As causas do desentendimento serão apuradas pelas autoridades competentes.

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