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Deputado diz que quer ver crianças com braço quebrado na rua; vídeo é divulgado

Relator da lei que restringe celulares em escolas diz querer voltar a ver criança com braço quebrado, alegando mais "infância raiz"

Foto colorida do deputado federal Renan Ferreirinha - Metrópoles
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  • O deputado federal Renan Ferreirinha, do PSD-RJ, é relator da lei que proibiu o uso de celulares em escolas.
  • Em entrevista publicada no fim de semana, ele disse que defende o projeto porque quer “voltar a ver criança com braço quebrado na rua”.
  • Ele afirmou ainda que, com menos celular, haverá “mais infância raiz” e mais gente andando de gesso.
  • Ferreirinha deixou a Secretaria Municipal de Educação do Rio no fim de maio para disputar as eleições.
  • A desincompatibilização exige afastamento de ocupantes de cargos do Executivo seis meses antes das eleições.

O deputado federal Renan Ferreirinha (PSD-RJ), relator da lei que proibiu o uso de celulares em escolas, afirmou defender o texto para resgatar o que chamou de “infância raiz”. A declaração foi feita durante entrevista publicada pela página Mendanha Notícias no último sábado.

Ferreirinha disse que a proposta busca reduzir o uso de smartphones entre estudantes para favorecer a convivência no ambiente escolar. Segundo ele, com menos celulares, haveria menos distração e mais privilégios para práticas tradicionais da infância.

O parlamentar reforçou que foi autor da lei que proíbe o uso de celulares nas escolas. A fala ocorreu em meio a críticas sobre impactos da tecnologia no aprendizado e na disciplina dentro das instituições de ensino.

Controvérsia gerada pelas falas

A entrevista também gerou repercussão por abordar uma visão polêmica sobre a “infância raiz” e o papel da tecnologia na formação das crianças. A declaração foi publicada em meio a debates sobre políticas públicas de educação no país.

Ferreirinha deixou a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro no fim de maio para concorrer nas eleições. A desincompatibilização, exigida pela legislação eleitoral, ocorreu seis meses antes do pleito.

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