- A Comissão de Educação da Câmara aprovou, na semana passada, projeto que inclui jogos eletrônicos como atividade extracurricular em escolas públicas e privadas da educação básica.
- O texto é de Marcos Tavares (PDT-RJ) e recebeu parecer favorável do relator Dagoberto Nogueira (PP-MS).
- A proposta ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) antes de seguir no Congresso.
- Não cria disciplina nova, mas abre espaço para oficinas ou atividades complementares com videogames, abrangendo toda a educação básica, não apenas escolas em tempo integral.
- A seleção de jogos deve seguir critérios pedagógicos por faixa etária, com limite de tempo para evitar exposição excessiva a telas, cabendo às secretarias de Educação regulamentar as diretrizes.
A Comissão de Educação da Câmara aprovou na semana passada um projeto que inclui videogames como atividade extracurricular em escolas da educação básica, públicas e privadas. O texto é de autoria do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ) e recebeu parecer favorável do relator Dagoberto Nogueira (PP-MS). A proposta ainda precisa passar pela CCJ.
Segundo o projeto, a medida visa desenvolver habilidades cognitivas, sociais, motoras e digitais, além de estimular raciocínio lógico, estratégia e resolução de problemas. Também ressalta que o videogame pode promover trabalho em equipe, inclusão digital e coordenação motora.
A proposta não cria uma disciplina nova. Ela permite que escolas ofereçam videogames como oficina ou atividade complementar, sem substituir a grade curricular. A seleção dos jogos deve obedecer a critérios por faixa etária e relevância educacional, com limite de tempo para evitar exposição excessiva a telas. Caberá às secretarias de Educação regulamentar as diretrizes.
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