- O uso de IA em universidades brasileiras está aumentando e levou instituições a estabelecer normas de conduta para alunos.
- O objetivo é evitar que a IA atrapalhe a aprendizagem e subsidiar a responsabilidade no compartilhamento de informações.
- O advogado Alexander Coelho afirma que as faculdades estão regulando o uso da IA na prática, mesmo sem regulamentação completa do legislador.
- Ele destaca que tudo o que é publicado na internet pode virar banco de dados utilizado por IA, incluindo dados e comportamentos de estudantes, sem citação de fontes.
- As políticas de uso de IA proporcionam respaldo jurídico para eventuais processos futuros e ajudam a definir responsabilidades na academia.
O crescimento do uso de IA nas universidades brasileiras levou as instituições a estabelecer regras de conduta para alunos, com o objetivo de não comprometer a aprendizagem.
Segundo o advogado Alexander Coelho, especialista em IA e cibersegurança, as faculdades atuam para regular a prática da IA, preenchendo lacunas que a legislação ainda não definiu.
Coelho aponta que a responsabilidade sobre o uso de informações sem citação de fontes continua difusa, e que dados comportamentais dos estudantes podem figurar entre os conteúdos usados pela IA.
Ele lembra ainda que tudo o que é publicado na internet pode entrar em bancos de dados usados no treinamento de IA, reforçando a necessidade de cuidado com o que é compartilhado online.
Para o especialista, as políticas de uso de IA nas instituições funcionam como respaldo jurídico em eventuais processos futuros, ao estabelecer normas claras de conduta.
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