- Leon Botstein, presidente do Bard College, sinalizou planos de se aposentar e assumir outro papel na instituição após a escolha de um substituto, mas sem prazo definido.
- A decisão fica sujeita à conclusão de uma revisão sobre suas interações com Jeffrey Epstein, encomendada pela diretoria, cuja conclusão deve ocorrer ainda em maio.
- Botstein já participou de várias atividades com alunos e funcionários desde a revelação das ligações com Epstein em fevereiro, incluindo três sessões públicas e reuniões com a comunidade acadêmica.
- Segundo relatos, ele pode permanecer como professor e manter programas de performance, movendo-se de residência oficial de presidente para outra casa universitária no campus.
- A imprensa destacou que Botstein, de 79 anos, descreveu a saída como consequência natural da idade, e que não pretende se demitir em breve, aguardando o fechamento da revisão para anunciar a transição.
Leon Botstein, presidente do Bard College, discute planos de transição após críticas originadas pela relação com Jeffrey Epstein, mas sem cronograma definido. A informação foi veiculada pelo Times Union, que aponta que Botstein tem 79 anos. A instituição não divulgou data de saída.
Desde fevereiro, Botstein tem encontros com estudantes e funcionários para esclarecer dúvidas sobre o futuro da liderança, incluindo três sessões abertas à comunidade, uma reunião com docentes e outra com equipes de operações. A imprensa relata que ele enxerga a saída como consequência natural da idade, sem pressa de abandonar o cargo.
Planos de sucessão sob escrutínio
A cobertura indica que Botstein pode manter funções acadêmicas, mesmo após a escolha de um substituto. Fontes ligadas ao corpo docente afirmam que o presidente expressou intenção de lecionar e conduzir programas de performance, ao mesmo tempo em que deixaria a casa da presidência para uma residência universitária. O reconhecimento à atuação dele no Bard tem relação com a área de estudos artísticos.
A divulgação também destaca que o nome de Botstein aparece em mais de 2.800 documentos ligados a Epstein, incluindo correspondência sobre viagens ao Caribe, sem confirmação sobre visita à ilha associada ao caso. O presidente sustenta que o envolvimento se deu no papel de arrecadador de fundos para Bard, função exercida desde 1975.
Segundo o Times Union, após encontros com funcionários, alguns relatos indicam que Botstein poderia permanecer no corpo docente como historiador e músico, caso a transição ocorra. Participantes das reuniões mencionaram planos de manter programas de apresentação e a gestão de projetos culturais na instituição.
Em fevereiro, o conselho do Bard contratou uma firma de advocacia para revisar as interações de Botstein com Epstein. O processo de busca por um sucessor deve ocorrer após a conclusão dessa revisão, esperada até o fim de maio.
Entre na conversa da comunidade