- A Comissão de Educação aprovou nesta terça-feira (28) a criação de uma universidade federal em Mato Grosso, convertendo o campus de Sinop da UFMT na Universidade Federal da Região Norte de Mato Grosso.
- A nova instituição terá autonomia administrativa para ensino, pesquisa e extensão, sem aumento de despesas nem criação de cargos ou de estrutura física adicional.
- O PL 5.156/2020, do senador Wellington Fagundes, foi aprovado em votação final e segue para análise da Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para votação em Plenário.
- O relator, senador Carlos Portinho, disse que a medida está alinhada às metas do Plano Nacional de Educação, que busca ampliar matrículas no ensino superior para jovens de dezoito a vinte e quatro anos.
- Fagundes destacou o potencial de Mato Grosso, com grande espaço para pesquisa e inovação na região, fortalecendo a interiorização e o desenvolvimento regional.
A Comissão de Educação aprovou, nesta terça-feira, a criação de uma universidade federal em Mato Grosso. O projeto transforma o campus da UFMT em Sinop na Universidade Federal da Região Norte de MT. A mudança não prevê aumento de despesas, nem cargos ou novas estruturas.
O PL 5.156/2020, apresentado pelo senador Wellington Fagundes, foi aprovado em votação final e segue para a Câmara dos Deputados, salvo recurso para votação em Plenário. O texto autoriza a autonomia administrativa para ensino, pesquisa e extensão.
O relator, senador Carlos Portinho, disse que a medida está alinhada ao Plano Nacional de Educação, que visa ampliar matrículas de jovens entre 18 e 24 anos. Fagundes destacou o potencial regional, com grande extensão territorial e foco em pesquisa agropecuária.
O Estado de Mato Grosso, que tem cerca de 900 mil km², abriga menos de 4 milhões de habitantes. Especialistas apontam que a interiorização da educação superior pode fortalecer a produção agrícola por meio de pesquisa e inovação. A iniciativa busca ampliar o acesso ao ensino superior na região.
A proposta destaca que a nova universidade poderá atuar sem criar despesas adicionais, mantendo o campus existente como base para ensino, pesquisa e extensão na região de Sinop. O avanço depende da análise da Câmara dos Deputados.
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