- O MEC criou uma etapa adicional do Sisu, chamada Sisu+, para tentar preencher vagas remanescentes após a lista de espera.
- A adesão de universidades públicas começa em 4 de maio e vai até 29 de maio, por meio de termo aditivo no sistema do ministério.
- Candidatos poderão escolher até dois cursos no Sisu+ e podem alterar a modalidade de concorrência em relação ao processo regular.
- As vagas oferecidas no Sisu+ são apenas aquelas já declaradas disponíveis, como desistências ou não confirmação de matrícula, por parte das instituições que aderirem.
- O Sisu+ manterá as mesmas regras do processo regular e utilizará as notas do Enem válidas para o sistema, buscando maior eficiência no preenchimento das vagas remanescentes.
O Ministério da Educação abriu nesta quarta-feira 29 a adesão de universidades públicas a uma etapa complementar do Sisu 2026. Batizada de Sisu+, a novidade busca preencher vagas remanescentes após o fim da lista de espera. Não é um novo vestibular.
A adesão é restrita a instituições públicas que já aderiram ao Sisu neste ano e a candidatos que participaram da edição regular. Em março, a Folha mostrou aumento de vagas não preenchidas em medicina na primeira chamada; na UFRJ, 97 das 200 vagas do campus da capital foram para a lista de espera.
As universidades poderão oferecer apenas vagas já declaradas disponíveis, como desistências ou não confirmação de matrícula. A participação ocorre de 4 a 29 de maio, por meio de termo aditivo no sistema do MEC. O Sisu+ usará as notas do Enem válidas para o sistema.
Como vai funcionar
Candidatos poderão escolher até dois cursos, independentemente das opções anteriores, e alterar a modalidade de concorrência. O edital com as datas será divulgado posteriormente.
O Sisu+ manterá as regras do processo regular. A iniciativa pretende tornar mais eficiente o uso das vagas remanescentes após as chamadas regulares. A expectativa é reduzir o número de vagas ociosas em universidades públicas.
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