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Professores e alunos da UnB protestam em frente ao Ministério da Gestão

Docentes e alunos da UnB protestam em frente ao Ministério da Gestão contra a absorção da URP, com paralisação total e questionamento do reajuste após decisão do STF

Alunos e docentes da UnB durante a manifestação - (crédito: divulgação/ADUnB)
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  • Docentes e alunos da UnB fizeram ato público em frente ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos na manhã de quinta-feira, 30 de abril, com paralisação total no campus Darcy Ribeiro e unidades de Planaltina, Ceilândia e Gama.
  • O protesto questiona a absorção da Unidade de Referência de Preços (URP) e a decisão do governo federal de abatê-la em 60% para reduzir gradualmente o valor da URP de 26,05% nos contracheques.
  • A mobilização ocorreu após a reunião de transporte organizada pela Associação dos Docentes da UnB (ADUnB) e reuniu pessoas na Esplanada dos Ministérios por volta das 10h.
  • Segundo a ADUnB, foram apresentados dois ofícios: um com as reivindicações e carta à Ministra, e outro solicitando reunião com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
  • A entidade informou que haverá nova assembleia para definir os próximos passos da categoria.

Professores e estudantes da UnB fizeram um ato público nesta quinta-feira, 30 de abril, em frente ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). A mobilização, acompanhada de paralisação total, ocorreu no campus Darcy Ribeiro e nas unidades de Planaltina, Ceilândia e Gama. O objetivo é questionar a absorção da Unidade de Referência de Preços (URP).

O protesto teve início por volta das 10h na Esplanada dos Ministérios, após ônibus organizado pela Associação dos Docentes da UnB (ADUnB) deixar a sede do sindicato. O movimento critica a decisão do governo federal, anunciada em 2 de abril, de abater 60% dos reajustes e progressões de carreira para reduzir gradualmente o valor da URP, que é de 26,05% nos contracheques.

A categoria sustenta que a medida anula ganhos recentes, como o reajuste obtido na greve de 2024, e desconsidera a decisão do STF de março de 2025 que reconheceu direitos consolidados dos docentes. A ADUnB informou que foram entregues dois documentos aos representantes do MGI: um ofício com a carta de reivindicações e outro solicitando uma reunião. Também foi anunciada uma nova assembleia para definir os próximos passos da mobilização.

Estagiário sob supervisão de Ronayre Nunes

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