- Na Lagoa, Rio de Janeiro, o projeto social Instituto Futuro Bom teve a quadra invadida na madrugada de segunda-feira, dia cinco, e foram furtadas raquetes, bolas e até postes que sustentam as redes, gerando um prejuízo estimado em R$ 15 mil.
- A caixa onde o material ficava guardado apareceu praticamente vazia; cadeados foram encontrados no chão e o portão da quadra ficou danificado, com indícios de tentativa de subtração do equipamento de proteção.
- Os cerca de trinta raquetes e mais de cem bolas foram levados, o que obrigou os alunos a se revezarem para as aulas.
- O Instituto Futuro Bom atua desde 2016 e, na unidade da Lagoa, atende cento e sessenta alunos, todos com acompanhamento escolar; os professores são ex-alunos do próprio projeto.
- A prefeitura informou que a região da Lagoa tem 217 câmeras de monitoramento; a equipe de segurança da região está monitorando e a Delegacia do Leblon investiga o caso, com apoio da Polícia Militar na região.
Um projeto social que oferece aulas gratuitas de tênis para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, na Lagoa, Zona Sul do Rio, foi alvo de furto nesta segunda-feira, 5. A quadra onde acontecem as atividades foi invadida durante a madrugada, e equipamentos usados nas aulas foram levados.
A caixa onde o material ficava guardado ao lado da quadra ficou praticamente vazia. Entre os itens furtados estavam 30 raquetes, mais de 100 bolas e postes que sustentavam as redes. O prejuízo estimado é de cerca de R$ 15 mil e houve necessidade de revezamento entre os alunos durante as atividades.
O professor Thiago Araújo, do Instituto Futuro Bom, percebeu o furto ao chegar para trabalhar pela manhã. Segundo ele, os cadeados estavam ausentes, a caixa estava vazia e parte do material não estava mais no local. Houve também danos no portão da quadra, que pode ter sido alvo de tentativas de roubo.
Ocorrência e impactos
O Instituto Futuro Bom atua desde 2016, oferecendo aulas gratuitas de tênis para crianças e adolescentes. Na unidade da Lagoa, cerca de 160 alunos são atendidos, com acompanhamento escolar, e os professores são ex-alunos do próprio projeto.
A coordenadora Priscilla Terroso Leitão informou que episódios de vandalismo já causaram prejuízos anteriores; a direção do projeto também pediu medidas de monitoramento. A prefeitura foi consultada sobre a instalação de câmeras.
A Polícia Militar afirmou que não foi acionada para o furto, mas mantém patrulhamento na região para prevenir roubos. A Polícia Civil informou que a Delegacia do Leblon investiga o caso. A prefeitura informou que a instalação de câmeras segue critérios técnicos e que a região da Lagoa já conta com 217 câmeras de monitoramento.
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