- Em Rio Branco, capital do Acre, um ataque a tiros em uma escola deixou duas funcionárias mortas; o autor foi um estudante de treze anos.
- O ataque ocorreu após o invasão armada de uma instituição de ensino na cidade; o agressor utilizou uma pistola calibre 380.
- A arma era do padrasto do jovem, que foi detido; o autor do ataque ficou sob custódia do Estado.
- As aulas em toda a rede estadual foram suspensas por três dias.
- A série de ataques a escolas no Brasil começou a ser registrada em dois mil e dois e ganhou frequência a partir de dois mil e dezenove, com doze casos entre janeiro de dois mil e vinte e dois e maio de dois mil e vinte e três; casos marcantes incluem Realengo (2011), Goiânia (2017), Suzano (2019) e Heliópolis (2024).
A escola estadual no Acre foi palco de novo ataque a tiro nesta terça-feira (6). Dois funcionários morreram e dois outros ficaram feridos. Um aluno de 13 anos invadiu a instituição com uma pistola calibre 380, de acordo com a imprensa local. O padrasto do jovem ficou detido, conforme nota oficial do governo.
O ataque ocorreu na capital do Acre, Rio Branco, dentro de uma rede estadual de ensino. A polícia abriu investigação para esclarecer motivações e circunstâncias do episódio. A instituição suspendeu as aulas por três dias, como parte das medidas de segurança.
Segundo o governo do estado, o autor foi colocado sob custódia do Estado; o padrasto dele foi detido. A unidade de ensino informou que trabalha com apoio psicológico às equipes e estudantes.
Heliópolis, 2024
Um aluno de 14 anos matou três colegas e tirou a própria vida em Heliópolis, Bahia. A motivação não ficou clara; a polícia não descarta bullying como fator contribuidor. A escola ficou fechada por 12 dias; luto foi decretado pelo governo local.
Cambé, 2023
No Colégio Estadual Helena Kolody, dois estudantes foram mortos por um ex-aluno. O atacante alegou buscar o histórico escolar; não tinha vínculo com as vítimas. Ele já havia feito ataque com faca em outra escola.
Aracruz, 2022
Quatro morreram e 12 ficaram feridos em duas escolas na mesma rua. Um ex-aluno de 16 anos usou pistola semiautomática e revólver, com uma suástica no colete à prova de balas. O carro da família foi utilizado no ataque.
Barreiras, 2022
Um adolescente de 14 anos assassinou uma estudante cadeirante em Barreiras, Bahia. A vítima tinha 19 anos. O agressor trajava capuz e carregava revólver, além de armas brancas. Ele foi ferido por um tiro policial e ficou sob custódia.
Suzano, 2019
Dois ex-alunos abriram fogo na Escola Raul Brasil, em Suzano, SP, matando sete pessoas. Autores, de 17 e 25 anos, se suicidaram em seguida. Pessoas próximas relataram bullying contra um dos atiradores como possível motivação.
Medianeira, 2018
No Colégio João Manoel Mondrone, em Medianeira, PR, um adolescente de 15 anos abriu fogo. Dois estudantes ficaram feridos; o ataque foi ligado ao bullying. O atirador foi ajudado por outro colega.
Goiânia, 2017
No Colégio Goyases, em Goiânia, PEQUENA rede particular, um aluno de 14 anos matou dois colegas e feriu outros quatro. O atirador, filho de policiais, alegou bullying como motivação e usou a arma da mãe.
João Pessoa, 2012
Na Escola Estadual Enéas Carvalho, em Santa Rita, PB, um jovem de 16 anos atirou, ferindo três alunas. O atirador disse que mirava outro estudante, mas atingiu as vítimas próximas.
São Caetano do Sul, 2011
Na Escola Municipal Alcina Dantas Feijão, um aluno de 10 anos atirou em uma professora e se matou. A docente sobreviveu; a sala continha cerca de 25 alunos no momento.
Realengo, 2011
Na Escola Tasso de Silveira, Rio de Janeiro, 12 alunos morreram em massacre. O atirador, ex-aluno, usou dois revólveres e cometeu suicídio após ser atingido por um policial. Motivação apontada como humilhações vivenciadas na escola.
Taiúva, 2003
Na Escola Estadual Coronel Benedito Ortiz, interior de SP, um ex-aluno abriu fogo, matou 15 pessoas e se matou. O ataque foi atribuído a bullying e houve oito feridos.
Salvador, 2002
Na escola Sigma, em Salvador, um aluno de 17 anos matou duas alunas. Vingança foi citada como motivação por relatos da época. O atirador era filho de um perito policial e usou um revólver 38.
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