- O exame NEET-UG, usado para ingresso em escolas de medicina, foi cancelado após alegações de vazamento de questões; cerca de 2,28 milhões de candidatas e candidatos fizeram a prova no dia 3 de maio em mais de 5 mil locais.
- A administração federal disse, com base em investigações, que o atual processo não poderia continuar, e novas datas para o reteste ainda não foram anunciadas.
- Investigações apontam que o vazamento pode ter se originado no estado de Rajasthan; polícia estadual mencionou a circulação de um “guesses paper” com questões previstas.
- O caso foi encaminhado à Polícia Federal de Investigação (Central Bureau of Investigation) para apuração.
- Protestos ocorrentes em Delhi pedem responsabilização e demissão de autoridades, com críticas à gestão do governo e ao sistema de exames; há cobrança de agilidade para reduzir impactos nas admissões.
O NEET-UG, exame-chave para ingresso em faculdades de medicina na Índia, foi cancelado após alegações de vazamento de questions. A avaliação foi realizada em 3 de maio em mais de 5 mil locais, com quase 2,28 milhões de candidatos. O cancelamento ocorreu dias depois e gerou protests em Delhi.
A National Testing Agency, que administra o exame, informou que, com base em apurações em curso, o atual processo não poderia seguir. Não há data anunciada para uma nova data, o que aumenta a ansiedade entre estudantes e famílias sobre o cronograma de vagas.
Investigadores apontam possível origem do vazamento no estado de Rajasthan, segundo veículos locais. Um subcomunicado aponta um suposto “guia de respostas” circulando antes da prova, com parte do conteúdo supostamente repetido na química. O caso foi encaminhado à CBI.
A decisão de cancelar o exame foi tomada em defesa dos estudantes e da confiança no sistema nacional. A medida críticas das lideranças oposicionistas acentuam o debate sobre falhas no processo de fiscalização.
Protestos tomaram as ruas de Delhi, com estudantes e apoiadores cobrando responsabilidades. A liderança estudantil NSUI, ligada ao Congresso, liderou as manifestações, exigindo respostas e mudanças no calendário de reaplicação.
Observadores destacam que o episódio expõe fragilidades no sistema de exames da Índia, com histórico recente de denúncias de vazamentos e irregularidades. Autoridades avaliam novas medidas para evitar repetições semelhantes.
Organizações médicas também pedem responsabilização e transparência na apuração. A mobilização política amplia o escrutínio sobre a condução do processo seletivo e o impacto sobre a formação de profissionais de saúde no país.
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