- A Comissão de Educação discutiu, na terça-feira, o PL 4.501/2020, que restringe propaganda e venda de ultraprocessados em cantinas escolares.
- O objetivo é promover hábitos alimentares saudáveis para prevenir obesidade, diabetes e doenças cardíacas entre crianças e adolescentes.
- Especialistas defenderam medidas para reduzir o consumo de ultraprocessados nas escolas.
- O debate ressaltou o papel das escolas na educação alimentar e na proteção da saúde dos estudantes.
- A proposta ainda tramita e pode trazer regras mais rígidas sobre as ofertas de alimentos nas cantinas.
A Comissão de Educação (CE) da instituição debateu na terça-feira o PL 4.501/2020, que restringe a propaganda e a venda de produtos ultraprocessados em cantinas escolares. O objetivo é limitar a exposição de alunos a itens com alto teor de açúcar, gordura e sódio nas dependências das escolas.
Especialistas da área de saúde e educação participaram da sessão para discutir medidas que promovam hábitos alimentares saudáveis entre crianças e adolescentes. Eles destacaram a relação entre alimentação inadequada e o aumento de obesidade, diabetes e doenças cardíacas.
O debate enfatizou o papel das escolas na educação alimentar e na proteção da saúde dos estudantes. A proposta tramita no Congresso e visa estabelecer regras mais rigorosas sobre o conteúdo de anúncios e sobre o sortimento de produtos disponíveis nas cantinas.
Segundo os participantes, a adoção de políticas escolares mais restritivas pode complementar ações de saúde pública já existentes. A CE recebeu pareceres de diferentes setores interessados, com foco na prevenção de doenças relacionadas à alimentação.
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