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Creche é saqueada no Rio e 300 crianças ficam sem aula

Creche pública da Maré é saqueada; cerca de 300 crianças ficam sem aulas nesta semana, com prejuízo estimado em R$ 40 mil

Imagem colorida,criminosos saindo com sacos lotados de suprimentos da creche - Metrópoles
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  • Por volta das quatro da manhã, criminosos invadiram a creche pública Centro Cultural Educar, na Maré, zona norte do Rio.
  • O prejuízo com o furto é estimado em R$ 40 mil e cerca de 300 crianças ficarão sem aulas nesta semana.
  • O grupo, entre sete e dez pessoas, subiu o muro, cortou a serpentina de segurança e arrombou o cadeado da área externa.
  • Câmeras registraram o saque de itens como ar-condicionado, ventiladores, computadores, notebooks, fiação, celulares, televisão e alimentos.
  • Aulas estão suspensas até segunda-feira (18/5); a prefeitura e a Polícia Civil do Rio de Janeiro foram acionadas.

A creche pública Centro Cultural Educar, localizada no Complexo da Maré, zona norte do Rio, foi saqueada na madrugada desta quarta-feira (13/5). O ataque ocorreu por volta das 4h, segundo relatos de funcionários, deixando a unidade sem atividades nesta semana. O prejuízo inicial foi estimado em cerca de R$ 40 mil.

Segundo testemunhas, o grupo, com cerca de 7 a 10 pessoas, acionou a entrada pelo perímetro externo, pulou o muro e acessou a área de lazer. Ao entrar, eles arrombaram portas e furtaram equipamentos e itens básicos para a rotina da creche, conforme imagens de câmeras.

Produtores do espaço descrevem o impacto emocional e prático do crime, destacando a interrupção de serviços essenciais para famílias atendidas pela instituição. O material furtado inclui ar condicionados, notebooks, fiação, equipamentos de limpeza, celulares, televisão e alimentos.

Aulas estão suspensas até segunda-feira (18/5). A creche atende cerca de 300 crianças de Maré e Leblon, com mães que atuam em horários variados. Familiares relatam dificuldades de organização e impacto no cotidiano devido à ausência de recursos.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) e a Prefeitura do Rio foram contatadas pela reportagem para informar sobre investigações. O espaço permanece aberto a manifestações oficiais, conforme o interesse público.

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