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Estudante do ensino médio leva arte terapêutica a crianças doentes

Diagnóstico de TDAH impulsiona jovem a criar arte-terapia, levando obras a vinte e dois hospitais em nove países e inspirando pacientes infantis

Author Blake Crisses making art for Art2Hearts
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  • Uma estudante do ensino médio nasceu com pé torto e foi tratada com gesso e órteses, obtendo mobilidade ao entrar na pré-escola.
  • Ao voltar ao Hospital for Special Surgery, ela viu que a ala pediátrica precisava de arte que falasse às crianças.
  • Criou a iniciativa Art2Hearts, com pinturas suas e de crianças online, que hoje estão em vinte e dois hospitais de nove países.
  • A maioria das obras vem de pacientes com câncer e a campanha busca inspirar e acalmar crianças hospitalizadas.
  • Ela pretende preparar visitas surpresa a pacientes para compartilhar sua história e mostrar como a arte a ajudou a lidar com o transtorno de déficit de atenção e a ansiedade.

O que aconteceu

Um projeto de arte terapêutica criado por uma estudante do ensino médio ganhou alcance global. A iniciativa transforma salas de internação em espaços inspiradores, com pinturas de crianças e obras da adolescente em 22 hospitais de nove países.

Quem está envolvido

A responsável é Blake Crisses, criada a partir de uma experiência pessoal com doença infantil e TDAH. A jovem desenvolveu a ideia de criar arte voltada para pacientes, que hoje compõe a acervo exibido nos hospitais.

Quando e onde

A ideia nasceu há dois anos, após a adolescente retornar ao Hospital for Special Surgery, em Nova York, onde havia recebido tratamento para uma condição no pé. Do conceito, a ação se expandiu para dezenas de unidades hospitalares ao redor do mundo.

Como e porquê

Crisses, que enfrentou uma cirurgia não convencional na infância, busca usar a arte para elevar o ânimo de crianças em tratamento. As obras integram murais e peças criadas por ela e por crianças atendidas online, com foco especial em pacientes oncológicos.

Desdobramentos

A organização tem recebido grande volume de arte enviada por crianças, ampliando o acervo disponível. A iniciativa pretende continuar crescendo, levando artes a mais pacientes e fortalecendo o vínculo entre hospital, arte e recuperação.

Contexto adicional

Crisses descreve a arte como ferramenta de acolhimento, associando processo criativo a bem-estar emocional. A ação ganhou visibilidade por meio de reportagens e relatos de voluntariado, fortalecendo o papel da expressão artística no cuidado médico.

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