- A University of South Carolina firmou com a OpenAI uma parceria de $1.5 million para acelerar pesquisa, melhorar a gestão de tempo e oferecer suporte de aprendizado 24 horas.
- Estudante de graduação Brooklyn Tyner, de 20 anos, vê a parceria como problemática, chamando o ChatGPT de “máquina de cheating” e dizendo que pode poluir o ambiente, espalhar desinformação, rastrear alunos e eliminar empregos.
- Nesta primavera, a instituição promoveu o primeiro “AI Day” com autoridades da Microsoft Corp. e da Gartner Inc. no campus.
- Tyner montou um estande fora do evento e perguntou aos presentes, em quadro branco, se aprovavam a parceria; nove pessoas votaram contra e uma a favor.
- A estudante afirma que quem decide investir tanto dinheiro no ChatGPT não interage diariamente com os estudantes.
A Universidade da Carolina do Sul firmou, no verão passado, uma parceria de 1,5 milhão de dólares com a OpenAI para fortalecer pesquisa, gestão de tempo e suporte de aprendizado 24 horas. A iniciativa é apresentada pela instituição como um avanço educacional.
Alunos de graduação, como Brooklyn Tyner, criticam a colaboração. Tyner, de 20 anos, afirma que avanços de IA podem poluir o ambiente, disseminar desinformação, rastrear estudantes e ameaçar empregos, questionando o uso da tecnologia.
Neste fim de semana, a universidade realizou pela primeira vez o AI Day, reunindo líderes da IA de Microsoft e Gartner no campus. Tyner montou um estande externo à mostra para ouvir opiniões sobre a parceria com a OpenAI.
Ela diz ter coletado opiniões de quem passou pelo local, registrando uma visão majoritária contrária à parceria. Segundo Tyner, quem decide sobre o investimento nem sempre convive diretamente com os estudantes no dia a dia.
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