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Jovem de 18 anos de SP é aceito em 13 universidades dos EUA para programa médico de elite

Com dezoito anos, Katrina Davis conquista vaga em Brown e em mais doze universidades dos EUA, ingressando no Programa de Educação Médica Liberal com bolsa integral

Com 18 anos, Katrina passou em 13 universidades dos EUA e vai estudar em programa médico de elite
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  • Katrina Javaisas Davis, de São Paulo, com 18 anos, foi aprovada no Programa de Educação Médica Liberal na Universidade Brown, que combina bacharelado e medicina em oito anos, com bolsa integral.
  • Além de Brown, a jovem foi aprovada em mais doze universidades norte-americanas, incluindo Dartmouth, Northwestern, University of Chicago, UNC Chapel Hill, Swarthmore, Emory, Rice, Georgetown, University of Miami, University of Wisconsin–Madison, University of Rochester e Drexel.
  • O sonho de estudar Medicina começou cedo; ela acumulou medalhas em olimpíadas e criou projetos, como a ONG Onda Sem Plástico, além de participação em iniciativas ligadas a ciências e pesquisa.
  • O apoio da mãe foi essencial ao longo da trajetória, e Katrina se prepara para viajar aos Estados Unidos em agosto para iniciar o curso.
  • O plano para o futuro é conciliar ambientalismo e medicina, explorando como mudanças ambientais afetam a saúde humana.

Katrina Javaisas Davis, de 18 anos, foi aprovada no programa medical education na Brown University, nos Estados Unidos, após concluir o ensino médio no Brasil. Além da vaga na Brown, a estudante paulista recebeu confirmação em 12 outras universidades norte-americanas. O caminho inclui um programa de 8 anos que une graduação e medicina, com bolsa integral.

Entre as opções, a paulista também passou em Dartmouth, Northwestern, University of Chicago, UNC Chapel Hill, Swarthmore, Emory, Rice, Georgetown, University of Miami, Wisconsin–Madison, University of Rochester e Drexel. A Brown oferece o Program in Liberal Medical Education, permitindo entrada simultânea em bacharelado e na faculdade de medicina.

Katrina optou pela Brown por manter a formação médica aliada a estudos amplos, com quatro anos de graduação seguidos de quatro na escola de medicina Warren Alpert. O programa integra educação médica sem exigência de novo processo seletivo e inclui bolsa que cobre custos diretos.

A jovem descreve o modelo americano como enriquecedor, destacando a possibilidade de explorar áreas complementares durante a formação médica. Ela pretende tornar-se uma profissional mais completa ao longo de oito anos de estudo e prática clínica.

De São Paulo, Katrina sempre sonhou com Medicina. Ela investiu em inglês, olimpíadas e atividades extracurriculares desde o ensino fundamental, acumulando diversas medalhas nacionais e internacionais em disciplinas como ciência, astronomia e matemática. Essas conquistas foram vistas como diferencial no processo seletivo para os EUA.

A candidata também participou de iniciativas como a ONG Onda Sem Plástico e o projeto Jovens Cientistas Brasil, além de cursos de pesquisa na Stanford e na Harvard. Ela integrou ainda o Prep Program da Fundação Estudar, voltado a jovens em excelência, e recebeu reconhecimento da Rise For The World.

O apoio da mãe foi destacado pela estudante, que afirmou que o incentivo desde a infância foi determinante. Ela lembra de momentos em que a curiosidade por o corpo humano e as ciências foi nutrida pela família, fortalecendo a decisão de estudar fora.

A estreia de Katrina nos EUA está prevista para agosto. Filha única que mora com a mãe, ela admite a dificuldade de ficar longe, embora tenha recebido apoio constante para manter a proximidade por meio de ligações diárias e mensagens frequentes.

Para o futuro, a jovem planeja unir ambientalismo e medicina, buscando entender como mudanças climáticas influenciam a saúde e como o ambiente molda problemas de saúde humanos. A trajetória reforça o interesse em trajetórias interdisciplinares entre ciência ambiental e cuidado médico.

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