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PF é investigada por ameaças após denúncias de lista misógina na UFMT

Polícia Civil investiga ameaça de policial federal a estudantes da UFMT após denúncias de lista que classificava alunas como 'estupráveis'

Em boletim de ocorrência registrado pelo próprio agente, ele alegou que o filho estaria sendo alvo de ameaças feitas por outros estudantes. O relato teria motivado sua ida à universidade. - (crédito: Reprodução/Polícia Civil de Mato Grosso)
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  • A Polícia Civil investiga um policial federal por suposta ameaça a estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá, após denúncias sobre uma lista que classificava alunas como “estupráveis”.
  • O caso é apurado pela 3ª Delegacia de Polícia de Cuiabá e envolve uma intimação do policial, que ainda não compareceu à unidade.
  • Segundo boletim registrado pelo próprio agente, ele afirmou que o filho estaria sendo alvo de ameaças de outros estudantes, o que motivou sua ida à universidade.
  • A Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDm) instaurou inquérito sobre a suposta lista, e a Polícia Civil informou que recebeu a documentação da UFMT no dia 11 de maio.
  • A apuração está na fase de coleta de depoimentos e diligências; novas informações devem ser divulgadas após a conclusão das investigações.

O policial federal que atua em Cuiabá é alvo de investigação por suspeita de ameaças a estudantes da UFMT, após denúncias envolvendo uma lista que classificava alunas como estupráveis. O caso foi revelado nesta semana, com novas informações sobre o desdobramento das apurações.

A apuração está sob responsabilidade da 3ª Delegacia de Polícia de Cuiabá. O policial já foi intimado para esclarecer os fatos, mas ainda não compareceu à unidade policial. Em seu boletim, o agente afirmou que o filho dele também é alvo de acusações feitas por outros estudantes.

A Polícia Civil investiga a identidade de quem teria divulgado a suposta lista e a origem do conteúdo. A Delegacia da Mulher (DEDM) apura intimidações contra estudantes de engenharia, enquanto a delegada Liliane Diogo, à frente do caso, recebeu a documentação da universidade no dia 11 deste mês.

Investigação em andamento

As diligências incluem coleta de depoimentos e outras medidas para esclarecer a cadeia de eventos. A autoridade policial informou que novas informações serão divulgadas apenas ao fim das investigações, para não prejudicar o andamento do procedimento.

O caso teve início no começo de maio, quando mensagens nas redes sociais mencionaram um ranking de alunas mais estupráveis, envolvendo diversos cursos da UFMT. A repercussão gerou indignação entre estudantes e debates sobre violência de gênero e segurança no campus.

Na mesma época, um estudante do curso de Direito foi afastado das atividades acadêmicas por envolvimento na criação da lista. As autoridades continuam apurando tanto a origem quanto os desdobramentos surgidos após as denúncias feitas pelos universitários.

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