- Irma Garcia, 72, nasceu em Puerto Rico e mudou-se para a região de Washington, D. C., em 1978, criando as três filhas sozinha e trabalhando em vários empregos.
- Ela já tinha um diploma de tecnólogo nos anos oitenta, mas interrompeu os estudos; há cinco anos retomou, aproveitando três aulas gratuitas por semestre pelo programa de dispensa para idosos da George Mason University.
- No dia 16 de maio de 2026, ela concluiu o bacharelado pela Schar School of Policy and Government da George Mason University.
- Hoje é avó de oito netos, cinco dos quais já se formaram; a família apoiou, ajudando com tecnologia, dicas de estudo e auxílio financeiro quando necessário.
- Garcia pretende trabalhar meio período em uma ONG que ajude outras pessoas a acessarem a educação e incentivar mulheres de cor a buscarem a universidade.
Irma Garcia, 72, tornou-se uma inspiração ao se formar bacharel, aos 72 anos. Ela chegou a Washington, DC, em 1978, vindo de Porto Rico, criava três filhas sozinha e conciliava vários empregos para sustentar a família.
Ela já havia obtido um diploma de técnico superior nos anos 1980, mas interrompeu os estudos diante das responsabilidades. Cinco anos atrás, com a semiaposentadoria, passou a aproveitar três vagas gratuitas por semestre pelo programa de isenção para idosos da George Mason University.
Agora, avó de oito netos, Garcia concluiu o bacharelado pela Schar School of Policy and Government, no campus da George Mason, em 16 de maio de 2026. Ela mira um trabalho part-time em uma ONG que facilite o acesso à educação.
A família teve papel essencial na jornada. Cinco dos netos já se formaram, ajudando com tecnologia e dicas de estudo; as filhas também serviram de apoio, cuidando das crianças quando necessário.
A trajetória de Garcia evidencia uma tradição familiar de educação tardia. A própria avó e a mãe também buscaram graduações após fases diferentes da vida, reforçando a mensagem de perseverança.
Antes de concluir o curso, Garcia trabalhou em atividades relacionadas a moradores sem-teto, além de ocupar empregos paralelos, como atendente em loja de fast food e como funcionária de uma faculdade.
Ela relembra que, mesmo com desafios logísticos, como a falta de família nos EUA para apoio, houve apoio das filhas mais velhas e da rede familiar para que não desistisse.
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