- A Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, comanda a Oficina de Artesanato para mulheres trans privadas de liberdade, visando inclusão social e capacitação profissional.
- Criado em 2024, o projeto já realizou mais de 330 atendimentos e foi expandido para todas as unidades prisionais do DF que abrigam esse público.
- Na estreia, na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, a oficina atendeu 150 mulheres trans; em 2025 foram 126 atendimentos; de janeiro a abril de 2026, 59 novas participantes.
- As participantes têm remição de pena pelo trabalho e recebem remuneração por meio da Bolsa Ressocialização.
- Todo o material utilizado — tapetes, bonecas e amigurumis — é fornecido gratuitamente, com supervisão de equipe técnica especializada.
Ação de artesanato está transformando a realidade de mulheres trans privadas de liberdade no Distrito Federal. O projeto, conduzido pela Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF) e vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), foca na inclusão social e na qualificação profissional.
Batizada de Oficina de Artesanato para o Público Trans, a iniciativa foi criada em 2024 e já realizou mais de 330 atendimentos. As atividades foram ampliadas e passaram a ocorrer em todas as unidades prisionais do DF que abrigam esse público.
Na primeira edição, a PFDF recebeu 150 mulheres trans. Em 2025, o número de atendimentos chegou a 126, e, entre janeiro e abril de 2026, 59 novas participantes ingressaram no programa.
Além do aprendizado manual, o projeto oferece benefícios práticos de reinserção social. As participantes podem remir pena pelo trabalho e recebem remuneração pela Bolsa Ressocialização. Todo o material é fornecido gratuitamente.
Os itens confeccionados incluem tapetes, bonecas e amigurumis, com supervisão de equipe técnica especializada. O objetivo é ampliar oportunidades de capacitação e ampliar a dignidade das pessoas atendidas.
A iniciativa já demonstra consolidação institucional, com dados da Funap-DF que indicam continuidade ao longo dos anos e alcance de diversas unidades prisionais do DF. A atuação também reforça estratégias de ressocialização via educação profissional.
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