- O relatório sobre a escala 6 por 1 prevê a transição para quarenta horas semanais sem redução de salário.
- Mais de cinco milhões e quatrocentas mil famílias deixaram o Bolsa Família desde dois mil e vinte e três.
- O júri do caso Henry Borel é retomado no Rio de Janeiro com 27 testemunhas.
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novo medicamento para pacientes com Parkinson em estágio avançado.
- Professores da Universidade de São Paulo aderem à greve iniciada por alunos há quase 45 dias.
O JR 24 Horas desta segunda-feira traz um conjunto de temas nacionais em pauta. A edição aborda mudanças na jornada de trabalho, dados sobre o Bolsa Família, andamento de um júri no RJ, aprovação de medicamento para Parkinson, e a greve de docentes na USP.
O governo avalia a transição da jornada de 6 por 1 para 40 horas semanais sem redução de salário, com impactos a serem definidos. A medida visa ampliar flexibilidade para trabalhadores e empresas, segundo fontes oficiais.
Nova etapa do noticiário aponta que mais de 5,4 milhões de famílias deixaram o Bolsa Família desde 2023. O governo destaca contingentes de inclusão e ajustes no cadastro.
Justiça: júri de Henry Borel
No Rio de Janeiro, o júri do caso Henry Borel é retomado com 27 testemunhas previstas. A Justiça analisa a dinâmica do crime e as acusações contra os envolvidos, com continuação prevista para os próximos dias.
Saúde: medicamento para Parkinson
A Anvisa aprovou um novo medicamento para pacientes com Parkinson em estágio avançado. A decisão visa ampliar opções terapêuticas e melhorar a qualidade de vida de pacientes com doença neurodegenerativa.
Educação: greve na USP
Professores da USP aderem à greve iniciada por alunos há quase 45 dias. O movimento envolve demandas salariais e condições de financiamento, com impactos em atividades acadêmicas da instituição.
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