- Lula criticou a direita em Brasília, durante fórum com reitores brasileiros e africanos, dizendo que o grupo tenta calar professores e censurar universidades.
- O presidente afirmou que adversários negam a ciência, censuram as artes e transformam as salas de aula em instrumento de dominação.
- Disse que o pensamento crítico está ligado à luta anticolonial e ao combate ao racismo, misoginia, xenofobia e outras formas de discriminação.
- Citou Nelson Mandela e afirmou que a educação é a arma mais poderosa para transformar o mundo.
- Os ataques ocorrem em meio ao aumento de confrontos entre o governo e a oposição, com críticas a temas como economia, segurança pública e gastos públicos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a atacar a direita nesta segunda-feira, em Brasília, durante um fórum com reitores brasileiros e africanos. Ele afirmou que o grupo político busca calar professores e estudantes e restringir a diversidade nas universidades.
Lula disse que adversários da direita negam a ciência e censuram as artes por receio de despertar a consciência popular por meio da educação. O discurso ocorreu durante a cerimônia relacionada ao Dia da África.
Ele destacou que a educação é fundamental para transformar a sociedade e associou o pensamento crítico a lutas de resistência. Citou a luta anticolonial, racismo, misoginia e xenofobia como conteúdos que precisam de enfrentamento.
Durante a fala, o presidente lembrou Nelson Mandela e reforçou a ideia de que a educação é a arma mais poderosa para mudanças sociais. A menção coincidiu com críticas ao papel das universidades como espaço público de debate.
Contexto político
A fala de Lula ocorre em meio a tensões entre o governo e a oposição, com embates sobre economia, segurança e gastos públicos. Parlamentares de direita acusam o Executivo de arrojar despesas e não apresentar cortes.
A oposição também cobra ações mais duras contra o crime organizado e questiona a articulação política do governo no Congresso Nacional. O clima entre governo e oposição permanece tenso.
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