- Professores da Universidade de São Paulo (USP) aderiram à greve iniciada pelos alunos há quase 45 dias, em assembleia da Associação dos Docentes da USP.
- A adesão ocorreu devido à ausência de avanços efetivos nas negociações conduzidas pela reitoria.
- Os docentes reivindicam reajuste salarial de 7,39%.
- Os estudantes pedem aumento do auxílio mensal do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil, de R$ 885 para R$ 1.804; a USP oferece R$ 912.
- Com o impasse, o diretório estudantil informou que a paralisação continuará por tempo indeterminado.
Os docentes da USP decidiram aderir à greve iniciada pelos alunos há quase 45 dias. A adesão ocorreu nesta segunda-feira (25), durante assembleia da Associação dos Docentes da USP. O movimento envolve reivindicações por melhorias salariais e de apoio estudantil, motivado pela ausência de avanços nas negociações com a reitoria.
A decisão foi tomada em assembleia da categoria, que afirmou aderir ao movimento diante da falta de progressos nas negociações. Os docentes destacam a necessidade de reajuste salarial como parte do pleito.
Pautas em disputa
Os professores reivindicam um reajuste de 7,39% nos salários. A demanda integra também a pauta de apoio aos estudantes, com pedido de aumento do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil.
A USP está sob negociação sobre o valor do auxílio, com a instituição oferecendo atualmente R$ 912. Os estudantes pedem o aumento para R$ 1.804 por meio do programa.
No fim do dia, o diretório estudantil informou que a paralisação seguirá por tempo indeterminado, ampliando o protesto já existente há quase um mês e meio.
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