- Professores da rede municipal de Belo Horizonte decidiram manter a greve, por unanimidade, em assembleia realizada nesta quarta-feira (28) em frente à Prefeitura de Belo Horizonte.
- A paralisação já dura um mês e cresce a insatisfação com a condução das negociações pela prefeitura, incluindo o corte de ponto dos grevistas e o fechamento de negociações sem proposta de reposição.
- O Sind-REDE/BH critica a atuação da Secretaria Municipal de Educação e aponta uma postura intransigente da gestão para inviabilizar avanços.
- Foi aprovado um calendário de mobilizações: ato público na quinta-feira (29) às 14h em frente à prefeitura e ações de panfletagem nos dias 30 e 31 de maio com carro de som em bairros.
- Uma nova assembleia está marcada para o dia 1º de junho, às 9h, para reavaliar o movimento e definir próximos passos.
Trabalhadores da educação da rede municipal de Belo Horizonte decidiram manter a greve, que já dura um mês, em assembleia realizada nesta quarta-feira, em frente à sede da Prefeitura de Belo Horizonte. A decisão foi unânime, segundo o Sind-REDE/BH. A continuidade do movimento ocorre em meio à insatisfação com a condução das tratativas pela prefeitura.
Os grevistas denunciam corte de ponto e afirmam que a Secretaria Municipal de Educação encerrou as negociações sem apresentar proposta para reposição dos dias parados. A diretoria do Sind-REDE/BH criticou a condução das negociações e disse que a gestão não tem feito o necessário para dialogar com a categoria.
Ações futuras e calendário de mobilização
Durante a assembleia, os trabalhadores aprovaram um calendário de mobilizações para os próximos dias. Nesta quinta-feira, às 14h, está programado um ato público em frente à PBH, intitulado Copa da Educação: Viaja não, Damião!. Nos dias 30 e 31 de maio, há panfletagens e campanhas com carro de som em bairros e comunidades da cidade.
Nova assembleia e próximos passos
Uma nova reunião da categoria está marcada para o dia 1º de junho, às 9h, em local ainda a ser definido. Na ocasião, será feita a reavaliação do movimento e definidas as próximas etapas. Os profissionais afirmam que seguem mobilizados em defesa da valorização da carreira, de melhores condições de trabalho e da retomada das negociações com a prefeitura.
Entre na conversa da comunidade