Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Vice-diretor de escola em BH é investigado por injúria racial

Vice-diretor de escola em Belo Horizonte é investigado por injúria racial após comentário sobre pente; alunos protestam e caso avança na apuração

Os pais da vítima foram notificados e compareceram à escola
0:00
Carregando...
0:00
  • A Polícia Civil de Minas Gerais investiga o vice-diretor da escola estadual Maurício Murgel, em Belo Horizonte, por injúria racial.
  • A denúncia aponta que, na última quarta-feira (27), ele comentou sobre o pente garfo que a vítima negro usava, dizendo que “outros pentes não entram no seu cabelo”.
  • Colegas relataram o ocorrido à coordenação, que acabou responsabilizando a vítima pelo uso do pente.
  • Estudantes organizaram manifestações na escola; os pais da vítima também foram às dependências para apoiar o filho.
  • A PCMG informou que o suspeito foi conduzido, ouvido na Central Estadual de Plantão Digital e liberado; a SEE/MG disse que o Serviço de Inspeção Escolar e o Núcleo de Acolhimento Educacional foram acionados para apoiar a comunidade.

O vice-diretor da escola estadual Maurício Murgel, em Belo Horizonte, é alvo de apuração por injúria racial. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, o caso envolve comentários sobre o cabelo de um aluno negro durante a aula, feito na última quarta-feira, 27, no bairro Nova Suíça.

A denúncia relata que o docente, de 61 anos, comentou que o pente garfo seria utilizado porque outros pentes não entrariam no cabelo do estudante. Colegas que presenciaram o ocorrido procuraram a coordenação, que teria atribuído a culpa à vítima.

Neste momento, estudantes da rede de ensino promoveram uma manifestação na entrada da escola. Pais da vítima compareceram ao estabelecimento para apoiar o filho. Um boletim de ocorrência foi registrado pelo episódio, que gerou novas cobranças por parte da comunidade escolar.

Ações de SEE e PCMG

A PCMG informou que o suspeito foi conduzido à Central Estadual de Plantão Digital, ouvido e liberado em seguida. O caso continua sob investigação. A Secretaria de Educação de Minas Gerais repudiou toda forma de discriminação e acionou o Serviço de Inspeção Escolar para apurar os fatos.

O Núcleo de Acolhimento Educacional, composto por psicólogos e assistentes sociais, também foi acionado para oferecer suporte à comunidade escolar, conforme anunciado pela SEE/MG.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais