- A prova objetiva valia 100 pontos e a nota mínima para seguir no concurso Penal SP era de 50 pontos, além de estar entre os 7.500 mais bem classificados.
- A prova objetiva teve 50 questões, distribuídas em Língua Portuguesa (20), Matemática (15) e Conhecimentos Gerais (15).
- Os aprovados seguirão para as etapas de aferição de estatura e teste de aptidão física, avaliação psicológica e investigação social/conduta.
- O gabarito preliminar e os cadernos de questões seriam divulgados em 2 de junho; recursos podem ser apresentados entre 3 e 5 de junho.
- O concurso oferece 1.100 vagas para homens e mulheres, com remuneração inicial de R$ 4.695,60 e requisitos de idade, altura, nível superior e CNH.
O concurso da Polícia Penal de São Paulo realizou a prova objetiva neste domingo, 31 de maio, em todo o estado. A dúvida principal dos candidatos é qual nota é suficiente para seguir no certame. A imprensa confirmou a regra: a prova vale 100 pontos, e é necessário mínimo de 50 para continuar. A nota mínima não garante vaga, pois é preciso estar entre os 7.500 mais bem classificados.
A avaliação foi composta por 50 questões de múltipla escolha, distribuídas em Língua Portuguesa (20), Matemática (15) e Conhecimentos Gerais (15). Os aprovados avançam para as fases seguintes, que incluem aferição de estatura, teste de aptidão física, avaliação psicológica e investigação social.
Gabarito e prazos
Os gabaritos preliminares e os cadernos de questões devem ser divulgados no dia 2 de junho pelo Instituto AOCP, banca organizadora. Entre 3 e 5 de junho fica aberto o prazo para recursos. Se houver questões anuladas, a pontuação será zerada apenas para quem errou; os demais recebem a correção automaticamente.
Vagas, requisitos e remuneração
O concurso oferece 1.100 vagas para homens e mulheres. Requisitos: idade entre 18 e 35 anos, altura mínima de 1,55 m para mulheres e 1,60 m para homens, nível superior completo e CNH categoria B. A remuneração inicial é de 4.695,60 reais, incluindo vencimento, RETP e insalubridade. A notícia também recorda a suspensão anterior por controvérsia de vagas exclusivas a candidatos do sexo masculino.
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