- A Plataforma Brasil Participativo recebeu 517 propostas na etapa digital e selecionou 327 iniciativas para compor o conjunto que será debatido na etapa nacional da 1ª Conferência Nacional dos ODS, marcada para 30/6 a 2/7 em Brasília.
- A etapa livre Legado Kofi Annan: Governança, Sustentabilidade e Impacto no Brasil consolidou propostas para governança sustentável e implementação da Agenda 2030, passíveis de deliberação na etapa nacional.
- Entre as propostas prioritárias está o reconhecimento do Sistema de Inventário de Ciclo de Vida (SICV Brasil) como plataforma nacional de dados sustentáveis, iniciativa do IBITC (IBICT) vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
- Também foi apresentada a consolidação do Marco Regulatório do ESG para o Desenvolvimento Sustentável (MRESG) visando ampliar segurança jurídica e convergência entre políticas públicas e iniciativas do setor.
- Outras deliberações incluem o estabelecimento do dia 8 de abril como Dia Internacional do ESG para o Desenvolvimento Sustentável, a inclusão de ESG na educação e o incentivo a casos práticos de implementação da agenda ESG.
O Instituto Global ESG avança na organização nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Propostas sobre governança, ESG, educação para sustentabilidade, dados estratégicos e Agenda 2030 integram a etapa nacional da 1ª Conferência Nacional dos ODS, após terem sido priorizadas pela sociedade.
Na etapa digital, a Plataforma Brasil Participativo recebeu 517 propostas de todo o país e selecionou 327 por votação popular. As contribuições formam o conjunto que será debatido na fase nacional, marcada para ocorrer entre 30 de junho e 2 de julho, em Brasília. As propostas da conferência livre Legado Kofi Annan passaram a compor o núcleo de temas a serem discutidos.
A conferência livre Legado Kofi Annan: Governança, Sustentabilidade e Impacto no Brasil foi homologada com o código L010 e tem Ana Clara Moura, diretora de Relações Institucionais e Governamentais do Instituto Global ESG, como representante nacional. O espaço consolidou-se como foco de proposições para governança sustentável e implementação da Agenda 2030.
Propostas em destaque
Entre as propostas priorizadas está o reconhecimento do SICV Brasil, inventário de dados sustentáveis desenvolvido pelo IBICT, ligado ao MCTI, como plataforma nacional de dados. A ideia é fortalecer produção, organização e uso de informações estratégicas para políticas públicas e métricas de sustentabilidade.
Outra diretriz prevê a consolidação de um Conselho Permanente de Alinhamento, ligado ao Programa ESG20+, para ampliar a convergência entre indicadores, metas e instrumentos de monitoramento utilizados por governos, empresas e sociedade civil.
Além disso, há a disposição de estabelecer o Dia Internacional do ESG para o Desenvolvimento Sustentável no dia 8 de abril, em homenagem ao legado de Kofi Annan, com mobilização contínua para disseminar boas práticas de governança e responsabilidade social.
Representação e continuidade
Além de Ana Clara Moura, compõem a delegação da etapa livre Sóstenes Marchezine, vice-presidente do Instituto Global ESG e sócio-diretor da Arnone Advogados Associados, como delegado nato pela CNODS. Participam ainda Paola Comin, Suely Martins e Bárbara Silva, responsáveis por acompanhar e defender as propostas apresentadas.
A priorização pela sociedade na Plataforma Brasil Participativo evidencia a convergência entre participação cidadã e formulação de políticas públicas voltadas aos ODS. O conjunto de propostas reforça a atuação do Brasil no principal fórum nacional de construção da Agenda 2030, mantendo o foco em governança, dados, educação e inovação.
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