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Lula sanciona aumento do piso dos professores em 5,4%

Piso dos professores sobe 5,4% para R$ 5.130,63, acima da inflação; custo de até R$ 6,4 bilhões para 2026 e inclusão de temporários

Professor dá aula de matemática em escola na zona leste de São Paulo
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  • Lula sancionou a lei que aumenta o piso salarial dos professores da educação básica pública em 5,4%, de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63.
  • O reajuste ficou acima da inflação do período, de 3,9%, com impacto estimado de até R$ 6,4 bilhões nas contas públicas em 2026.
  • O governo afirma que a medida fortalece a valorização dos profissionais da educação.
  • A norma prevê divulgação, pelo Ministério da Educação, da memória de cálculo utilizada para a atualização do piso.
  • A MP inclui profissionais contratados por tempo determinado entre os beneficiários do piso, assegurando os mesmos direitos.

O presidente Lula sancionou nesta sexta-feira a lei que eleva o piso salarial dos professores da educação básica pública em 5,4%. O valor sobe de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63, acima da inflação de 3,9%. A medida tem como objetivo valorizar o magistério.

Segundo o governo, o reajuste impacta principalmente estados e municípios, com custo estimado de até R$ 6,4 bilhões para 2026 nas contas públicas. A promessa é fortalecer a política de valorização dos profissionais da educação.

A versão sancionada também amplia a transparência, ampliando a divulgação da memória de cálculo pelo Ministério da Educação. A medida é resultado de esforços para manter o piso acima da inflação acumulada.

Detalhes da regra de reajuste

A nova regra considera a inflação do ano anterior pelo INPC mais 50% da média do aumento das receitas do Fundeb nos cinco anos anteriores. O piso não poderá ser inferior à inflação e não excederá a variação da receita do Fundeb nos dois anos anteriores.

Profissionais contratados por tempo determinado passam a ser beneficiários do piso nacional, assegurando os mesmos direitos que os servidores estáveis da educação básica. A inclusão favorece trabalhadores temporários da rede pública.

A norma mantém o teto de reajuste, evitando variação acima da capacidade de arrecadação vinculada ao Fundeb. A divulgação da memória de cálculo busca ampliar a transparência do processo de atualização do piso.

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