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Medicina terá exigência de nota mínima no Enamed para atuar; entenda

Enamed torna obrigatório para alunos do sexto ano, com nota mínima de sessenta pontos, aplicado semestralmente a partir de 13 de setembro e integrado ao Revalida

Prova terá 100 questões objetivas e caráter obrigatório para alunos do sexto ano; exigência é de 60 pontos
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  • O presidente assinou medida provisória que institui o Enamed como força de lei, com nota mínima para exercer a profissão.
  • A prova terá 100 questões objetivas, duração de cinco horas, e nota mínima de sessenta pontos; será obrigatória para estudantes no sexto ano, e apenas diagnóstico para o quarto ano, sem entrar no histórico.
  • O Enamed será aplicado a cada seis meses, com primeira edição neste segundo semestre, em 13 de setembro; inscrições vão até 29 de junho e resultados em 4 de dezembro.
  • A correção usar o Método de Angoff modificado, e a nota ficará registrada no histórico escolar do estudante.
  • Dados do Enamed mostram que, na edição anterior, cerca de um terço dos cursos não atingiu desempenho adequado; 351 instituições foram avaliadas, 304 sob supervisão do MEC, e 99 cursos tiveram medidas de supervisão; estados e municípios devem supervisionar faculdades sob sua jurisdição.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta sexta-feira, medida provisória que institui o Enamed como força de lei. O exame passa a avaliar a formação médica e a exigir nota mínima para o exercício da profissão. A medida também define periodicidade semestral.

O Enamed será obrigatório para estudantes do sexto ano de Medicina. Estudantes do quarto ano poderão fazer a prova apenas como diagnóstico, sem incluir a nota no histórico escolar. A pontuação mínima é de 60 pontos, em uma prova com 100 questões objetivas em cinco horas.

A aplicação do Enamed passa a ocorrer a cada seis meses e funcionará também como prova teórica do Revalida para atuação no Brasil. A primeira edição deste ano está marcada para 13 de setembro, com inscrições até 29 de junho e divulgação dos resultados em 4 de dezembro.

Como funciona a prova e o processo

A correção seguirá o Método de Angoff modificado, com especialistas estimando a probabilidade de acerto de candidatos minimamente competentes para cada item. A nota ficará somada ao histórico escolar do estudante que for aprovado.

A previsão é de que o Enamed integre o histórico de avaliação de cursos de Medicina e sirva como ferramenta de regulação. No segundo semestre, o exame entrará em vigor em todo o país com o novo formato.

Dados sobre avaliação de cursos e supervisão

No ano anterior, a primeira edição avaliou 351 instituições, sendo 304 sob supervisão do MEC. O Ministério da Educação instaurou processos de supervisão contra 99 cursos com conceitos 1 e 2 no exame.

Ainda conforme o texto da MP, instituições estaduais e municipais de medicina que não estiverem sob supervisão do MEC devem ser supervisionadas pelos respectivos governos locais. O MEC identificou 14 cursos avaliados como insuficientes sem medidas de supervisão.

O ministério também trabalha para cooperação com estados visando a harmonização de critérios regulatórios entre os diferentes sistemas de ensino. A pasta destaca que o Enamed tem função dupla: medir proficiência dos estudantes e embasar ações regulatórias.

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