- Nadine Talleis, haitiana refugiada com deficiência visual, chegou ao Brasil após o terremoto de 2010.
- Ela cursou Direito no Brasil e foi aprovada no exame da Ordem dos Advogados do Brasil na primeira tentativa.
- Em 2018, recebeu a carteira de advogada no Distrito Federal, marcando a reconstrução de sua vida no país.
- A Migalhas relembrou a história durante a semana Brasil x Haiti na Copa do Mundo.
- A narrativa aproxima Brasil e Haiti para além do futebol, destacando a trajetória de superação.
Nadine Talleis, haitiana com deficiência visual, reconstruiu a vida no Brasil após o terremoto de 2010. Hoje é advogada e carrega uma história de superação que conecta Brasil e Haiti além do futebol.
Chegou ao Brasil em meio à crise sísmica de 2010 e ingressou nos estudos de Direito. Mesmo diante de desafios, manteve foco na formação e no sonho de atuar na área jurídica.
Ao final de sua graduação, Nadine foi aprovada no exame da OAB já na primeira tentativa. Em 2018, recebeu a carteira de advogada no Distrito Federal.
A trajetória ganhou destaque em programas da Migalhas, que relembrou a história durante uma semana de Brasil x Haiti na Copa do Mundo. A reportagem mostrou como o Direito abriu caminhos para uma refugiada.
Reconhecimento e continuidade
A cerimônia em 2018 marcou a reconstrução da vida de Nadine no Brasil e o início de uma atuação jurídica que inspira pessoas em situação semelhante.
A história também evidenciou o impacto da educação na integração de refugiados, reforçando a importância de oportunidades de formação para a comunidade.
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