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Cantor Netinho de Paula denuncia racismo contra neto em escola paulista

Netinho de Paula denuncia racismo contra neto em escola de Santana de Parnaíba; ato ocorreu em grupo de mensagens privado e autora recebeu medidas educativas

Neto de Netinho de Paulo foi alvo de insultos racistas
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  • O cantor Netinho de Paula afirmou, em redes sociais, que seu neto, 16 anos, foi vítima de racismo praticado por alunos do Colégio Municipal Tom Jobim, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo.
  • Os ataques teriam ocorrido em um grupo de mensagens privado, e o artista anexou o print de uma conversa com uma figurinha de cunho racista.
  • Netinho pediu à direção da escola e à Secretaria Municipal de Educação uma postura firme, acolhimento psicológico e ações pedagógicas urgentes de conscientização antirracista.
  • Em nota, a Secretaria e a direção do colégio lamentaram o episódio e informaram que a estudante autora recebeu medidas educativas para reflexão sobre a gravidade do ocorrido; o texto ressalta que o fato ocorreu fora do ambiente institucional.
  • A legislação citada reúne a discriminação por raça como crime (Lei sete mil setecentos e dezesseis/1989); Netinho não informou se houve registro de boletim de ocorrência.

O cantor Netinho de Paula denunciou, pelas redes sociais, que seu neto, de 16 anos, foi vítima de racismo por alunos da escola em Santana de Parnaíba, na Grande SP. Os ataques teriam ocorrido em um grupo de mensagens privado.

A denúncia envolve o Colégio Municipal Tom Jobim e a Secretaria Municipal de Educação, que disseram lamentar o episódio e afirmaram que a estudante autora recebeu medidas educativas. Netinho pediu uma postura firme e pública das autoridades, com acolhimento psicológico e ações pedagógicas.

Na publicação, o artista anexou um print de uma conversa com conteúdo racista, incluindo uma figurinha de cunho discriminatório. Ele reforçou que o racismo, mesmo que em tom de brincadeira, perpetua estereótipos e fere o outro.

Reação das autoridades

A Secretaria Municipal de Educação e a direção do Tom Jobim divulgaram nota que esclarece: o episódio ocorreu em grupo de mensagens privado, fora do ambiente escolar. Mesmo assim, a instituição repudiou a atitude e informou que a estudante recebeu medidas educativas.

Segundo a nota, os responsáveis foram acionados e a estudante autora recebeu medidas voltadas à reflexão sobre a gravidade do ocorrido. A administração reiterou o compromisso com o respeito mútuo e com a melhoria pedagógica.

A nota também traz que, conforme a Lei 15.100/205, regulamentada pelo decreto 12.385/2025, estudantes não podem usar celulares ou dispositivos eletrônicos durante as aulas, recreios e intervalos.

Netinho não informou se a família registrou boletim de ocorrência. A discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional é crime previsto na Lei 7.716, com pena de 2 a 5 anos de reclusão e multa.

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