- A Meta intensificou ações de segurança para jovens no Instagram, ampliando o uso das Contas de Adolescentes (13 a 17 anos) com controle de tempo de tela, limites de contatos, conteúdo adequado e supervisão.
- A campanha foi apresentada durante o evento Em Modo Seguro e inclui a divulgação de uma cartilha para pais, com Ingrid Guimarães e sua filha Clara como protagonistas.
- Em março, a Meta fechou acordo com o Ministério Público do Trabalho e passou a buscar ativamente e notificar contas que monetizam conteúdo de crianças, com o órgão defendendo restrições a esse trabalho nas redes sociais.
- O Conselho Nacional de Justiça analisa, nesta terça, a permissão de trabalho infantil na internet, em meio à proibição constitucional existente, com exceção do menor aprendiz a partir de 14 anos.
- As Contas de Adolescentes já somam cerca de 24 milhões no Brasil e incluem configurações de proteção por padrão, com perfil privado, aprovação de novos seguidores e opções de modo descanso entre 22h e 7h, além de supervisão parental limitada.
A Meta reforçou a proteção de jovens no Instagram ao ampliar ações de segurança digital voltadas a contas de adolescentes. A campanha, lançada na última semana, busca conscientizar pais e filhos sobre o uso seguro da plataforma por jovens de 13 a 17 anos.
A iniciativa ocorre após a assinatura de um acordo entre a Meta e o Ministério Público do Trabalho em março, que prevê a notificação de contas que monetizam conteúdo de crianças. O objetivo é coibir exploração e garantir maior controle sobre conteúdos de menores.
A campanha foi apresentada durante o evento Em Modo Seguro, com participação da atriz Ingrid Guimarães e da filha Clara, além de outros influenciadores. Também foi divulgada uma cartilha com orientações aos pais.
Contas de Adolescentes e segurança digital
Segundo Ticá Almeida, gerente de comunicação da Meta, as Contas de Adolescentes chegam a 24 milhões no Brasil. Muitos recursos são ativados por padrão, incluindo perfil privado, aprovação de novos seguidores e limitações de mensagens diretas.
O tempo de tela é monitorado com alerta diário de uso e há o modo descanso entre 22h e 7h. As opções visam reduzir exposição a temas como magreza, treino e ansiedade, conforme já reportado pela Folha de S.Paulo.
A supervisão parental fica limitada a informações sobre contatos, sem acesso ao conteúdo das mensagens. Também existe a possibilidade de notificações sobre denúncias e períodos de pausa ajustáveis, como durante refeições.
A Meta mantém a perspectiva de equilibrar segurança, autonomia e privacidade, com ferramentas como a Meta AI para resumir os principais assuntos discutidos pelos adolescentes, sem expor o conteúdo das conversas.
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