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Palácio centenário da USP em Higienópolis é interditado após queda de forro

Interdição do Palácio Vila Penteado, na USP, após desabamento parcial do forro; possível infestação de cupins leva a obra de reforço de forro, calhas e sistema de combate a incêndios

Imagem de 2024 do edifício Vila Penteado, também conhecido como FAU Maranhão
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  • O Palácio Vila Penteado, da FAU-USP, em Higienópolis, foi interditado após o desabamento de parte do forro, não houve atendimento a pessoas.
  • A causa apontada é provável infestação de cupins; o desabado ocorreu em área de cerca de 10 m².
  • A direção da FAU informou que a interdição foi antecipada para garantir segurança e evitar novos riscos durante obras.
  • O prédio passará por intervenções no forro, ampliação das calhas, troca de caixas d’água e instalação de sistema de proteção contra incêndios, com previsão de seis meses de duração.
  • O palácio foi projetado em 1902 por Carlos Ekman, é conhecido como FAU Maranhão e há anos recebe atividades de pós-graduação e eventos da instituição.

O Palácio Vila Penteado, edifício centenário da FAU-USP, foi interditado nesta semana após o desabamento de parte do forro na área de circulação da copa. A possível causa apontada é infestação de cupins, e ninguém ficou ferido.

O prédio fica em Higienópolis, no centro de São Paulo, e abriga atividades da pós‑graduação e eventos acadêmicos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. O desabamento ocorreu em uma área de cerca de 10 m², segundo a FAU.

A interdição foi anunciada antes das obras previstas para a segunda quinzena de julho. A FAU informa que o objetivo é garantir a segurança e preparar o imóvel para as intervenções de reforma no forro.

Intervenções previstas

O projeto atual prevê refazer os forros, ampliar as calhas, trocar caixas d’água e instalar sistema de proteção contra incêndio. O revestimento já havia recebido tratamento contra cupins e passado por reforma em 2002, segundo a direção.

Entre os problemas crônicos do palácio, estão infiltrações associadas ao dimensionamento das calhas. O edifício, assinado pelo arquiteto sueco Carlos Ekman em 1902, permanece com acesso restrito a parte do segundo andar por questões de preservação.

A previsão inicial é de seis meses de obras, com possibilidade de prorrogação devido às particularidades do prédio. Após essa fase, a FAU planeja restaurar pinturas e janelas históricas do espaço.

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