- A EPTC registrou dez ocorrências envolvendo transporte escolar em Porto Alegre entre janeiro e junho de 2026.
- Abril teve o maior número de ocorrências, com quatro casos; março e maio tiveram dois cada; janeiro e junho um; fevereiro não registrou ocorrências.
- Os episódios ocorreram em diferentes regiões da cidade, envolvendo instituições de ensino e pontos de embarque e desembarque.
- A fiscalização ressalta que veículos não autorizados comprometem a segurança dos alunos; recomenda-se usar apenas veículos credenciados, com selo de vistoria atualizado e motoristas habilitados.
- Denúncias podem ser feitas pelos canais de atendimento da prefeitura; há ferramentas para consultar autorização por prefixo ou por escola.
A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) intensifica a fiscalização de transporte escolar irregular em Porto Alegre. Entre janeiro e junho de 2026, foram registradas 10 ocorrências envolvendo veículos destinados a esse serviço na cidade.
Os casos aparecem distribuídos ao longo do semestre, com abril registrando o maior número (quatro). Março e maio têm dois acontecimentos cada, enquanto janeiro e junho somam um caso cada. Fevereiro não teve registros. Os episódios ocorreram em diferentes regiões, envolvendo instituições de ensino e pontos de embarque e desembarque.
Segundo o gerente de fiscalização de transporte, Adailton Maia, contratar veículos não autorizados coloca em risco a integridade dos estudantes. A prefeitura orienta que apenas veículos credenciados sejam usados, visto que possuem identificação específica, selo de vistoria atualizado e motoristas habilitados. Denúncias podem ser feitas pelos canais de atendimento da prefeitura.
A EPTC disponibiliza ferramentas para consulta de autorização. É possível verificar a situação por prefixo ou por escola, assegurando que o serviço esteja regular. Pais e responsáveis também costumam consultar informações oficiais antes de confirmar o deslocamento.
Em caso de irregularidades, o órgão reforça a importância de acionar as vias de atendimento oficiais para evitar riscos. A fiscalização segue monitorando o cumprimento de normas, com foco na segurança dos alunos.
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