- O Ministério da Educação lançou, nesta sexta-feira, 3 de julho, a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS), estruturada em seis eixos e voltada a estudantes surdos, surdocegos, pessoas com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação e outras deficiências associadas.
- A iniciativa visa assegurar oferta qualificada, acesso, permanência e êxito escolar para esse público.
- Os seis eixos incluem formação de profissionais, elaboração de materiais didáticos, diretrizes curriculares, produção de conhecimento e fortalecimento da coordenação entre os entes federativos.
- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse, em publicação nos stories do Instagram, que a educação bilíngue de surdos é “a realização de um sonho” e contribui para autonomia e protagonismo da comunidade surda.
- Michelle ressaltou que a comunidade surda teve participação no lançamento e afirmou seguir trabalhando pela inclusão e por um Brasil mais acessível.
A pasta da Educação lançou oficialmente, nesta sexta-feira, 3 de julho, a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS). A iniciativa, do governo Lula, visa ampliar oferta qualificada, acesso, permanência e êxito escolar para estudantes com deficiência auditiva em diferentes perfis.
A política possui seis eixos de atuação: formação de profissionais, materiais didáticos, diretrizes curriculares, produção de conhecimento e fortalecimento da coordenação entre estados, municípios e o governo federal. O objetivo é ampliar autonomia da comunidade surda.
Em publicação no Instagram, Michelle Bolsonaro afirmou que a criação da política representa a realização de um sonho para a educação bilíngue de surdos, destacando a importância da inclusão e de oportunidades para todos.
A ex-primeira-dama tem participação ativa em pautas de inclusão e em ações envolvendo a comunidade surda, com atuação em projetos de ensino em libras e defesa de políticas educacionais inclusivas. Ela atribui o marco ao público atendido.
Conflito familiar
Na última semana, Michelle acusou o senador Flávio Bolsonaro, enteado e pré-candidato, de humilhação durante uma conversa telefônica. Ela disse que não fala com Flávio desde o fim de 2025 e negou condicionamentos de apoio a pedidos públicos de desculpas.
O senador negou as acusações, afirmou que nunca humilhou ninguém e disse ter deslegitimado as críticas. Em meio ao clima conturbado, Michelle anunciou a saída da presidência do PL Mulher para dedicar-se aos cuidados com o marido e a filha, mantendo o discurso de cooperação interna ao partido.
Entre na conversa da comunidade