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Carlos Eduardo Lins da Silva: trajetória e contribuições no jornalismo

Carlos Eduardo Lins da Silva critica a enxurrada de vídeos e imagens falsos gerados por IA sobre a guerra no Irã, com aval da Casa Branca

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  • Carlos Eduardo Lins da Silva é jornalista, mestre em comunicação pela Michigan State University, doutor e livre-docente em comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP, com passagens por Diários Associados, Folha de S. Paulo, Valor Econômico e Washington.
  • O programa dele vai ao ar quinzenalmente às segundas-feiras, às 8h30, na Rádio USP (93,7 em São Paulo / 107,9 em Ribeirão Preto).
  • Ele critica o uso cada vez maior de inteligência artificial para atribuir falas e opiniões não proferidas pelas fontes, além de apontar vídeos e imagens falsos sobre a guerra no Irã com aval da Casa Branca.
  • Usa o caso do cão Orelha para defender a diferença entre jornalismo de qualidade e o conteúdo propagado nas redes sociais.
  • Comenta impactos da crise da imprensa, como cortes de verbas e o papel de influenciadores substituindo jornalistas, além da necessidade de formatos que dialoguem com novas gerações.

Carlos Eduardo Lins da Silva é jornalista com mestrado em Comunicação pela Michigan State University e título de doutor e livre-docente pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Atuou nos diários do Grupo Diários Associados, Folha de S. Paulo (ombudsman, diretor-adjunto e correspondente em Washington) e Valor Econômico (diretor-adjunto).

Sua atuação atual inclui participação quinzenal na rádio da USP, com transmissão às segundas-feiras, às 8h30, nos canais 93,7 de São Paulo e 107,9 de Ribeirão Preto. O espaço destaca a visão crítica sobre o jornalismo contemporâneo.

No conteúdo da programação, Lins da Silva analisa o impacto da IA na prática jornalística, incluindo a disseminação de vídeos e imagens falsas. O jornalista defende que o uso da IA pode ampliar a desinformação se não houver padrões éticos.

Outra linha de pauta envolve o papel da imprensa em tempos de mídia cada vez mais corporativizada. Ele aponta risco de dependência de plataformas e a necessidade de manter a reporters’ perspective como base de verificação.

Em ensaios de análise, o colunista discute casos de manipulação de informações e a relação entre jornalistas e plataformas de redes sociais. O objetivo é evidenciar a diferença entre jornalismo profissional e conteúdo gerado para engajamento.

A partir de referências históricas, Lins da Silva comenta sobre a crise da imprensa e o papel de instituições como a imprensa livre e independente. Ele ressalta ameaças à liberdade de expressão e à qualidade editorial.

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