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Durante julgamento, mãe de Etan Patz relembra momentos finais com o filho

Mãe de Etan Patz relembra momentos finais durante o novo julgamento de Pedro Hernandez, que volta a enfrentar acusações de sequestro e morte da criança

Julie Patz, left, with Joan Illuzzi, a prosecutor in the retrial of Pedro Hernandez, who is charged with kidnapping and killing Ms. Patz’s son.
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  • Julie Patz testemunhou, relembrando a manhã de 37 anos atrás em que Etan pediu para ir sozinho ao ponto de ônibus, a cerca de dois quarteirões de casa.
  • Ela se rendeu ao pedido do filho de levar seus carros de brinquedo para a escola e o viu partir, sem imaginarem que não o veriam novamente.
  • A declaração ocorreu na primeira sessão do retrial de Pedro Hernandez, acusado de sequestrar e matar Etan Patz em 1979.
  • Hernandez foi preso em dois mil e doze após o irmão da ex-sogra ter informado às autoridades que ele teria confessado o crime.
  • Os advogados de Hernandez afirmam que ele possui limitações intelectuais e um transtorno de personalidade que dificultam distinguir fantasia da realidade, contestando as confissões.

Etan Patz: mãe relembra últimos momentos do filho durante retrial

A manhã ficou agitada há 37 anos, mas Julie Patz recorda detalhes: dois bebês para cuidar, a filha mais velha ainda dormindo e o filho, Etan, aos seis, saltando da cama. Ela tentou convencê-lo a não levar os carrinhos para a escola, mas ele insistiu.

A Sra. Patz voltou à tribuna para relatar a vida do filho e os momentos finais entre eles, na primeira sessão do retrial de Pedro Hernandez. Hernandez é acusado de sequestrar e estrangular Etan em 1979, quando trabalhava em uma bodega ao longo do trajeto da criança.

Hernandez, segundo o Ministério Público, foi preso em 2012 após o irmão da esposa dele contatar as autoridades, dizendo ter ouvido uma confissão sobre o crime. Em depoimentos, o réu teria admitido ter matado Etan e jogado o corpo no rio.

A defesa contesta, afirmando que Hernandez tem baixa capacidade intelectual e um transtorno de personalidade que dificulta distinguir fantasia da realidade. Os relatos de confissões, dizem os advogados, podem refletir ficções criadas pelo próprio acusado.

Contexto do caso

A audiência ocorre no fim de décadas de investigações que chegaram a um impasse na primeira verdictória. Hernandez já havia sido condenado? não houve veredito definitivo na primeira tentativa. O retrial reinicia o debate sobre as circunstâncias da morte de Etan Patz.

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