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O que abriu e fechou na Barra Funda durante a pandemia

Barra Funda renova-se com galerias, bares e restaurantes que buscam novo polo cultural, apesar de fechamentos recentes de alguns estabelecimentos

Fila para entrar no Miúda, bar na Barra Funda, em São Paulo
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  • A Barra Funda vive renovação iniciada há cerca de cinco anos, com aberturas de restaurantes, bares e galerias na região.
  • O bar Pina abriu em setembro na rua Brigadeiro Galvão, oferecendo drinques bons e baratos, com drinks a partir de R$ 14 na happy hour.
  • Os bares Miúda e De Caquinho completam dois anos no fim de 2021, tendo passado parte do período com o salão fechado por causa da pandemia.
  • Algumas casa fecharam durante esse período, como Scar e A Barra.
  • O bar Sindicato, na Alameda Glete, abriu em outubro e entrou em hiato em dezembro, com promessa de reabrir em 2022 em novo endereço na Barra Funda.

A região da Barra Funda, no centro de São Paulo, passou por um ciclo de renovação nos últimos cinco anos. Restaurantes, bares e espaços de design abriram portas desde 2016, integrando o mix de lazer da área. A transformação ganhou impulso com a pandemia, que atrasou propostas, mas não freou planos.

A chegada de estabelecimentos modernos alterou o cenário, atraindo público jovem e ampliando a oferta de coquetéis, comidas e espaços culturais. Alguns negócios já consolidaram a identidade da região, associando industrialização ao conceito de convivência urbana.

Além dos novos espaços, a Barra Funda manteve pontos já conhecidos e passou por interrupções devido ao período de isolamento. Casas como Miúda e De Caquinho completaram dois anos no fim de 2021, parte do trajeto de retomada após o lockdown.

Novos bares e restaurantes

O Pina, bar de drinques, abriu em setembro na rua Brigadeiro Galvão com proposta de preços acessíveis. Coquetéis a partir de R$ 14 ganharam apelo no público que busca opções econômicas sem abrir mão da qualidade.

Gabriel Szklo, bartender, contou ter escolhido a Barra Funda por haver demanda ainda pouco atendida de coquetelaria para um público jovem. A ideia é democratizar os drinques, diferente de áreas como Jardins ou Itaim.

Fechamentos e mudanças

Mesmo com as aberturas, algumas casas encerraram atividades na região. Bares Scar e A Barra foram fechados durante o período de pandemia, conforme balanço de recuperação do comércio local. Os impactos foram sentidos no segmento de convivência noturna.

O Sindicato, bar de ciclistas, abriu em outubro e entrou em hiato em dezembro. A equipe informou que a marca retornar em 2022 em novo endereço na Barra Funda, mantendo o foco na comunidade de ciclistas e turismo urbano.

O que abriu e o que fechou

Ao longo de 2021, a Barra Funda ganhou galerias, lojas de design, restaurantes e baladas. O movimento foi impulsionado pela combinação de cenário industrial, localização central e aluguéis mais acessíveis, segundo relatos de empresários da região.

Intervenções no espaço público e readequação de estabelecimentos ajudaram a compor o novo perfil da área. A agenda inclui espaço para gastronomia, entretenimento e cultura, com foco na conexão entre moradores e visitantes.

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