- A região das Ilhas Molucas, no leste da Indonésia, volta a atrair atenção de viajantes de luxo, com itinerários que incluem Raja Ampat e ilhas vizinhas.
- National Geographic Expeditions oferece um cruzeiro de duas semanas a bordo do Aqua Blu, com capacidade para 28 hóspedes, preço all inclusive de US$ 27 mil por pessoa.
- O phinisi Lamima está disponível para aluguel por US$ 27 mil por noite, com foco na herança indonésia e serviços de alto padrão.
- A SeaTrek Sailing Adventures anunciará viagens para 2026–2027 aos Kei, Aru e Banda, com encerramento na Baía de Triton para mergulho com tubarões-baleia.
- Raja Ampat, parte do arquipélago, é reconhecido como Geoparque Mundial pela Unesco em 2023, destacando biodiversidade e remota sensação de isolamento.
A região das Ilhas Molucas, no leste da Indonésia, volta a figurar como destino de alto luxo para expedições marítimas. O conjunto de ilhas, associado historicamente à corrida das especiarias, recebe opções exclusivas que combinam natureza intocada, top excelência em conforto e roteiros que passam por Raja Ampat e áreas vizinhas.
Novas opções de expedição aparecem com foco na herança local e na biodiversidade. A National Geographic Expeditions lançou um cruzeiro de duas semanas a bordo do Aqua Blu, que comporta 28 hóspedes em regime all inclusive, com mergulho, spa e atividades fotografadas por um profissional certificado. Outro destaque é o phinisi Lamima, barco tradicional indonésio remodelado para abrigar 14 passageiros com tarifas elevadas por noite, mantendo a identidade cultural do arquipélago.
Expedições e operações
Entre as empresas de turismo de luxo, a SeaTrek Sailing Adventures apresenta uma linha de viagens para 2026–2027 que percorrem Kei, Aru e Banda, com final na Baía de Triton, em Papua Ocidental, para mergulhos com tubarões-baleia. A SeaTrek enfatiza a adaptação de produtos ao público exigente, mantendo o espírito de explorar destinos remotos com conforto moderno.
Itinerários e enfoques
Os roteiros combinam atrações como Raja Ampat, Komodo e Sumba, oferecendo condições para mergulho, snorkel e observação de fauna marinha. Organizações especializadas destacam a importância de chegar a áreas isoladas, onde a biodiversidade subaquática é abundante e menos afetada pelo turismo convencional. A região é reconhecida pela UNESCO como Geoparque Mundial desde 2023, reforçando o interesse internacional por suas ilhas e recifes.
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