- O juiz de Santa Monica, Califórnia, rejeitou o pedido de desqualificação do advogado Marty Singer na ação de abuso financeiro de Priscilla Presley contra Brigitte Kruse e Kevin Fialko.
- Ele explicou que Kruse não apresentou evidências suficientes de que Singer deu aconselhamento jurídico em dois momentos, em 2022 e 2023, ligados aos negócios com Presley.
- As supostas ligações entre Singer e Kruse foram consideradas “muito vagas” pelo magistrado, sem registro de ligações, e sem relação substancial com o caso de abuso financeiro.
- A decisão manteve Singer como representante de Presley, ressaltando o histórico profissional entre eles e que a disputa não envolve vantagem indevida pela escolha do advogado.
- O processo envolve a Elvis Presley Enterprises e acusações de contratos que teriam manipulado ativos de Presley, com Kruse e Fialko contestando as alegações de abuso financeiro.
O juiz de Santa Monica rejeitou o pedido de disqualificação do advogado Marty Singer, mentor de Priscilla Presley, na ação de abuso financeiro movida contra Brigitte Kruse e Kevin Fialko. O andamento ocorreu em audiência realizada nesta segunda-feira.
Kruse alegou que Singer prestou aconselhamento jurídico em 2022 e 2023 relacionados aos negócios de Presley, criando conflito de interesses. A defesa sustentou que não houve provas suficientes. O juiz analisa as ligações apresentadas.
O magistrado afirmou que as evidências apresentadas são superficiais, sem registros de ligações, emails, notas ou retenção de contrato. Mesmo que houvesse conversas, não estaria comprovada relação substancial com o caso.
Singer informou que Presley tem longa relação com ele, anterior às acusações ligadas a Kruse. O advogado ressaltou o foco da ação em responsabilizar os réus pelos contratos envolvendo Elvis Presley Enterprises.
Contexto da disputa
Presley, de 80 anos, e Kruse, de 42, disputam contratos firmados para monetizar o nome, a imagem e a likeness de Elvis. A ação de abuso financeiro foi apresentada em julho de 2024, acusando manipulação de ativos e desvantagem financeira.
O litígio envolve ainda a participação de Fialko e as settings de negócios cruzados entre Kruse, Fialko e as empresas criadas pela família Presley. A disputa se desenrola em várias frentes, incluindo ações de cobrança e de violação contratual.
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