- Acusações surgem de que um funcionário da Niantic estaria ajudando um grupo de revendedores a negociar Pokémon raros por dinheiro real, gerando um debate acalorado na comunidade.
- Usuários relatam assédio e doxxing contra quem compartilha informações, com quedas de visibilidade no Reddit e remoção de posts.
- Post no CasualPokemonTrades, assinado por Glitch-keeper, descreve monstros raros supostamente ilegítimos à venda em grupos da comunidade, com indícios de uso de hacks ou spoofs.
- Screenshots mostrados pelo Kotaku indicam mensagens diretas de negociação em grupo do Facebook, além de uma comunidade privada que não admite novos membros.
- Alegações persistem sobre contatos dentro da Niantic que teriam ajudado a capturar Pokémon raros por meio de servidores privados, com cobrança privada pelos serviços; a Niantic foi procurada para comentar.
Recentes relatos apontam para um drama complexo na comunidade de Pokémon Go, envolvendo supostos pagamentos por Pokémon raros capturados por meio de servidores privados. A discussão ganhou força após publicações em fóruns como CasualPokemonTrades, que descrevem monstros improváveis vendidos como legítimos.
Segundo mensagens obtidas pelo Kotaku, há indícios de contatos entre traficantes e grupos em redes sociais, além de uma comunidade privada que não admite novos membros. Redditários afirmam que haveria pessoas com ligações internas na Niantic supostamente ajudando a capturar Pokémon raros, mediante cobrança de serviços.
Mais detalhes indicam assédio e doxxing contra quem divulga informações, com queda de visibilidade de usuários e remoção de posts. Também teriam surgido relatos de conversas diretas já recebidas por meio de mensagens privadas, incluindo supostos trechos de negociações em grupos do Facebook. A plataforma não confirmou, até o momento, nenhum envolvimento oficial da Niantic.
Novo desdobramento: posição da Niantic e próximos passos
A Niantic foi contatada para comentar o assunto. Enquanto isso, usuários relatam que certos conteúdos foram removidos ou sinalizados pelas plataformas envolvidas, e que há relatos de venda de serviços de captura por meio de redes sociais.
O material analisado também aponta a existência de uma comunidade privada que, segundo reports, estaria restringindo a adesão de novos membros. Não há, porém, confirmação independente sobre a veracidade das alegações de ligação entre funcionários da empresa e atividades de terceiros.
Entre na conversa da comunidade