- Alder, de 43 anos, foi acusado de homicídio culposo após atirar durante protesto de 14 de junho, mirando em Gamboa com AR-15 e acertando um espectador.
- Alder afirmou ter visto Gamboa, de 24 anos, com o rifle e temeu um massacre; três disparos feriram Gamboa e ceifaram a vida de Ah Loo, que gravava o protesto.
- Ah Loo morreu enquanto gravava vídeo; o promotor Sim Gill disse que direito à força letal não autoriza uso imprudente.
- Gamboa já participou de diversos protests portando armas, incluindo em 2020; amigo relatou que carregava a arma para proteção de manifestantes.
- Se condenado, Alder pode pegar até quinze anos de prisão e multa de até dez mil.
O homem que abriu fogo durante o protesto do dia 14 de junho foi Matthew Scott Alder, de 43 anos. Ele é acusado de homicídio culposo após atirar três vezes, após dizer que viu Arturo Gamboa, de 24, com um rifle, e acreditou estar diante de uma ameaça de tiroteio em massa. Um dos tiros atingiu uma pessoa que gravava o protesto, Arthur ‘Afa’ Ah Loo, que morreu no local.
Alder informou às autoridades que confundiu Gamboa com um atacante. O ataque deixou também o ferido Gamboa, que sobrevive aos ferimentos. Gamboa já havia participado de diversas manifestações com um rifle de estilo AR-15, inclusive em protestos de 2020 contra violência policial, segundo apuração do Salt Lake Tribune.
O promotor do condado de Salt Lake, Sim Gill, afirmou que há diferença entre o direito de usar força letal e o uso decorrente de conduta imprudente. A nota pública do Ministério Público detalha o processo que resultou na acusação de Alder.
Laura Ah Loo, viúva de Arthur Ah Loo, participou de uma coletiva de imprensa e descreveu o objetivo de responsabilizar Alder como um marco para ambientes públicos mais seguros em eventos de reunião.
Se condenado, Alder pode cumprir até 15 anos de prisão e pagar multa de até 10 mil dólares. A defesa de Alder ainda não divulgou detalhes sobre a linha de defesa ou eventuais estratégias judiciais.
Contexto jurídico
A acusação envolve a operação de autodefesa e a avaliação de conduta imprudente em situação de alto risco em meio a protestos públicos. A próxima etapa do caso contempla diligências do Ministério Público e audiências程序.
Entre na conversa da comunidade