- A Chimaera de Arezzo, peça etrusca em bronze, foi reinstalada em uma galeria dedicada do Museo Archeologico Nazionale di Firenze (MAF) em novembro, junto a artefatos encontrados no mesmo sítio.
- A instalação faz parte de uma renovação do MAF, com conclusão prevista para 2026, incluindo nova entrada, acessibilidade e layout reconfigurado do Palazzo della Crocetta, além de uma grande hall.
- O projeto recebe melhorias técnicas, iluminação, climatização e proteção sísmica, financiados principalmente pelo Plano de Recuperação e Resiliência da União Europeia (PNRR).
- A reformulação do museu tem como objetivo conservar o acervo e tornar a experiência mais próxima dos visitantes, conectando o passado ao presente.
- A reforma acompanha o plano de renovação desde antes da nomeação do atual diretor, com foco em orientar os visitantes pela história das peças e pelo contexto arqueológico.
A Chimaera de Arezzo ganhou um novo espaço no Museo Archeologico Nazionale di Firenze (MAF). A peça, bronze etrusca de cerca de 2.4 mil anos, foi reinstalada em uma galeria dedicada no MAF em novembro, acompanhando a reconstrução de artefatos encontrados no mesmo sítio.
A obra original, com cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de serpente, foi preparada para exibir não apenas o bronze, mas também artefatos do redescobrimento ocorrido no século XVI. O novo espaço integra a história da escultura ao acervo do museu.
Renovação do MAf e prazo
O projeto de renovação do MAF, em curso desde então, está previsto para ser concluído em 2026. As obras abrangem nova entrada, acessibilidade ampliada, redesenho do Palazzo della Crocetta e uma grande hall de orientação aos visitantes.
O conjunto de reformas inclui melhorias técnicas, sistemas de iluminação, energia, climatização e proteção sísmica. O financiamento é majoritariamente proveniente do PNRR, programa da União Europeia para recuperação e resiliência.
Impacto e perspectivas
A direção do MAf afirma que as mudanças visam proteger o acervo e oferecer uma experiência mais conectada com o público. Representantes ligados ao museu destacam a importância de aproximar a história etrusca das pessoas que visitam Florença.
Especialistas ouvidos acompanham o redesenho, destacando o papel da narrativa museológica ao contextualizar artefatos antigos. A reforma, segundo planos, permitirá uma visita mais integrada ao conjunto histórico-artistístico da cidade.
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