- Prism of the Real: Making Art in Japan 1989–2010 é resultado da parceria entre M+ (Hong Kong) e o National Art Center Tokyo, iniciada em 1999 e formalizada por memorando em 2024.
- A mostra nasceu para o Tokyo e permanece até 8 de dezembro, sem planos de itinerância para Hong Kong.
- A curadoria reúne Doryun Chong, Isabella Tam, Kamiya Yukie e Jihye Yun, com apoio de equipes dos dois museus.
- O conjunto inclui obras de museus japoneses e coleções privadas, explorando a relação entre Japão e o restante da Ásia e do mundo, com foco nas eras Shōwa e Heisei.
- Mesmo com a participação de M+, a exposição não deve viajar; pretende destacar o acervo e as parcerias institucionais japonesas, além de discutir mudanças sociais e culturais no Japão.
Prism of the Real: Making Art in Japan 1989-2010 é uma mostra conjunta entre M+ de Hong Kong e o National Art Center Tokyo (NACT). A exposição abriu em setembro e vai até 8 de dezembro, no Japão. O formato atual não prevê itinerância para Hong Kong.
Em 2024, as instituições assinaram um memorando de entendimento para ampliar a cooperação. A mostra foi concebida para Tokyo, com empréstimos de diversas coleções japonesas e curadorias conjuntas entre as equipes. Não há planos de levar a exposição a outros países.
Parcerias e itinerância
A parceria teve origem em 1999, na colaboração entre Osaka Eriko e Suhanya Raffel, para a 3ª Trienal Ásia-Pacífico. A curadoria ficou a cargo de Doryun Chong, Isabella Tam, Kamiya Yukie e Jihye Yun. O projeto enfatiza a relação entre Japão e o resto da Ásia e do mundo.
Conteúdo e enfoque histórico
A mostra percorre dois períodos imperiais japoneses, Shōwa (1926–1989) e Heisei (1989–2019), destacando crises econômicas e o envolvimento do Japão com a arte contemporânea global. Itens de Beuys, Nam June Paik e Lee Bul aparecem entre outros exemplos.
Contexto de Hong Kong
Apesar de a parceria envolver M+ e o NACT, a exposição não tem itinerância para Hong Kong. O objetivo é apresentar a riqueza das coleções japonesas e o diálogo entre instituições. Raffel comenta a importância de cooperação entre museus para enriquecer a mostra.
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