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Frank Gehry, mestre maximalista, criou ícones como o Guggenheim de Bilbao

Morreu aos 96 anos Frank Gehry, criador do Bilbao, marco que lhe rendeu o rótulo de “starchitect” e críticas a projetos posteriores

Frank Gehry in front of his house in Santa Monica, California, which outraged his neighbours, in 1978. Photograph: John G Zimmerman Archive/Courte/Shutterstock
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  • Frank Gehry ficou famoso após o Guggenheim de Bilbao, em 1997, com a fachada de tiras de titânio que gerou o “efeito Bilbao” e atraiu visitantes; Bilbao ganhou visibilidade como polo cultural.
  • Em 2003, a Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles, destacou-se pela forma aerodinâmica em aço e por um interior acolhedor em madeira.
  • Ao longo das décadas, projetos como a Dancing House em Praga e o Jay Pritzker Pavilion em Chicago consolidaram seu estilo maximalista, com curvas marcantes.
  • Anos depois, Gehry teve projetos no exterior com atrasos e críticas, incluindo Abu Dhabi, Fondation Louis Vuitton em Paris, Battersea e o pavilão Serpentine.
  • Na reta final da carreira, expandiu para mobiliário, iates e conhaque, enfrentou críticas a “arquitetura de espetáculo” e faleceu aos 96 anos.

Frank Gehry, designer de referência na arquitetura mundial, morreu aos 96 anos. O norte de sua fama ficou marcado pelo Guggenheim Bilbao (1997), obra que impulsionou o título de “starchitect” e redefiniu a relação entre arte e cidade.

A partir de Bilbao, Gehry executou projetos icônicos como a Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles, e uma série de edifícios reconhecidos pela geometria exuberante e por superfícies curvas. A reputação ganhou força com a ideia de arquitetura como espetáculo.

Entre os anos 2000, o arquiteto enfrentou críticas por hubris em meio a projetos ambiciosos que tiveram desdobramentos variados. Atrasos em Abu Dhabi, a Fondation Louis Vuitton em Paris e planos em Battersea foram citados como exemplos de controvérsia e cobrança por resultados.

Críticas também acompanharam outras iniciativas, como o pavilhão Serpentine e mobília desenhada por Gehry, que ampliaram a atuação do arquiteto além da construção de edifícios. Relatos apontam que tais projetos refletiram uma fase de experimentação com formatos e materiais incomuns.

O corpo de obras de Gehry inclui desde a Dancing House em Praga, até o Jay Pritzker Pavilion em Chicago, destacando o uso de modelos manuais e software de modelagem para alcançar formas complexas. A trajetória percorreu uma passagem importante pela Europa e pelos Estados Unidos.

Nos últimos anos de carreira, Gehry consolidou uma imagem de figura central na arquitetura contemporânea, apesar das críticas. Em várias ocasiões, ele defendeu que a busca por “spectacle architecture” impulsionou inovações, ainda que nem todos os empreendimentos tenham recebido o mesmo acolhimento do público.

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